O Conselho do Governo reunido em plenário em 2 de março de 2017, resolveu conceder a Luís Miguel de Canha Jardim da Silva uma comparticipação financeira que não excederá os €12.000,00 (doze mil euros) para a promoção, distribuição e apresentação do filme “Feiticeiro da Calheta”.
O filme estreou no último domingo, no Casino da Madeira, com ante-estreia, na véspera, na Casa das Mudas, na Calheta.
O apoio público faz-se através de um protocolo de desenvolvimento e cooperação cultural e tem em vista a realização de um projeto que consiste na promoção, distribuição e apresentação ao público da longa-metragem.
“É de manifesto interesse público que a Região Autónoma da Madeira contribua para uma oferta cultural de qualidade e diversificada, imprescindível para a promoção e divulgação da Região também enquanto destino de cultura”, justifica a resolução ontem publicada no JORAM.
“Importa promover, distribuir e apresentar ao público em geral a obra em causa, dando-a a conhecer e, desta forma, também divulgando importantes aspetos da História e da Cultura da Madeira”, prossegue.
O Executivo considera que o filme contribui, de forma ficcional mas pedagógica, para o conhecimento e divulgação das heranças patrimoniais imateriais que ajudaram a definir a identidade histórico-cultural dos madeirenses.
Recorde-se que a longa-metragem retrata as vivências e os costumes dos madeirenses nos anos 30 e 50 do século XX, com destaque para o poeta popular madeirense João Gomes de Sousa, conhecido por “Feiticeiro da Calheta”, um autodidata que expressou na sua obra usos e costumes, agruras e aspirações populares, a colonia e outros quadros prosaicos da ruralidade, a quem se deve a letra e música do “Bailinho da Madeira”.
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