Conselho Económico e da Concertação Social reafirma independência de atuação

assembleia
O Plenário é o orgão principal onde se congrega o maior número de parceiros sociais.

Declarações da UGT e da deputada do PS-M na Assembleia Legislativa da Madeira, Sofia Canha, sobre a suposta “instrumentalização do Concelho Económico e da Concertação Social da Região”, motivou da parte do responsável deste orgão uma reação explicando que o CECS atua com “autonomia e independência”.

O documento assinado por Ivo Correia refere que “é da competência do CECS dar parecer a solicitações da Assembleia e do Governo, pelo que preparou e disponibilizou documentação de análise técnica das propostas a todos os seus membros de modo a possibilitar uma análise quantitativa do impacto das mesmas, o que permitiu dar parecer adequado a cada uma das solicitações. O CECS tem por finalidade possibilitar a efetiva participação dos agentes sociais e económicos, na definição da política económica, social e laboral da Madeira e o que se passou na reunião plenária de 21 de fevereiro é bem prova disso, pois ambos os pareceres foram votados por larga maioria dos conselheiros”.

Diz o responsável pelo CES que este Conselho é um Orgão da Região, “não constitui espaço de debate político, pelo que sempre atuará em prol do desenvolvimento económico, social e laboral da Região, independentemente de outros interesses e expedientes políticos”.


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