
*Com Rui Marote
Depois dos chineses, os russos. Discretos mas com dinheiro e eficazes. Na verdade, é cada vez mais crescente e notório o interesse dos russos pela Madeira em termos de investimento e aquisição de peças históricas. Desta vez, o FN apurou que um empresário russo comprou os antigos Armazéns Oliveiras, no início da rua 31 de janeiro, junto ao Largo do Pelourinho, para investir no ramo imobiliário.

Na rés do chão do imóvel, existe uma cave para o Largo do Pelourinho, ao lado do altar de parede, e têm aí sido feitas escavações no solo para a colocação de canos de esgoto, sem qualquer acompanhamento arqueológico. Recorde-se que, estamos a falar de uma área onde funcionou a primeira Alfândega da Madeira. O FN questionou o vereador da CMF com o pelouro das obras particulares sobre o tipo de intervenção que estava a ser realizada, mas Domingos Rodrigues ainda não deu resposta ao nosso pedido.

Apesar de ter corrido o boato de que o mesmo empresário russo, a residir na Estrada Monumental, estava interessado em comprar o prédio da Insular de Moinhos, mesmo ao lado, o proprietário do mesmo, Jorge Sá, garantiu ao FN que tal não corresponde à verdade. Fala-se em muitos compradores, que envolvem milhões de euros pelo meio, mas Jorge de Sá assegura que tudo não passa de boatos. Por isso, tudo na estaca zero: Insular de Moinhos continua à espera de comprador.


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