Leia aqui o que pensa Jardim sobre o último congresso do PSD-Madeira

Encerramento do Congresso PSD/M- Foto: Rui Marote
Encerramento do Congresso PSD/M- Foto: Rui Marote

Sob o título “O XVI Congresso Regional do PSD/Madeira”, o ex-presidente do partido, Alberto João Jardim divulgou hoje a seguinte posição:

“Sobre o Congresso Regional do PSD, começarei por tornar pública a carta de agradecimento que dirigi ao Presidente cessante do mesmo Congresso:

“19/I/2017
Excelentíssimo Senhor Presidente da Mesa do Congresso Regional do Madeira do Partido Social Democrata:

Para conhecimento: Excelentíssimo Senhor Secretário-Geral do Partido Social Democrata da
Madeira
Caro Companheiro:

O Companheiro Secretário-Geral do PSD/Madeira, Partido de que sou cofundador no arquipélago conforme documento de 13 de Agosto de 1974, teve a gentileza de me dirigir via postal um convite para assistir às sessões de abertura e de encerramento do XVI Congresso Regional, o que agradeço sensibilizado.
Discordando de várias posições institucional ou partidariamente assumidas desde o último Congresso Regional, em especial as fracturantes de uma indispensável coesão e as que me tocaram directamente ou indirectamente, entendo não dever comparecer desta vez.
No entanto, manifesto a Vossa Excelência a inteira disponibilidade para, como militante de base, colaborar em tudo o que a Direcção regional do Partido entenda, desde que não choque com os Princípios e práticas que caracterizam a minha legítima participação cívico-política.
Com saudações sociais-democratas e um abraço, apresento os meus cumprimentos.

Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim”

2. Em resposta, o Dr. Adolfo Brazão enviou-me uma missiva correctíssima e amiga que, por ser Dele, não me compete publicar.
3. Porque não gosto que me tomem por tonto, tenho de repudiar as insinuações de uns canalhas cujos nomes são conhecidos, os quais, aproveitando agora o Congresso, mais uma vez me atribuíram a responsabilidade por uma publicação informática anónima, em que até amigos meus são injustamente atacados.
Esses covardes sabem muito bem que toda a vida assinei o que disse, inclusive aquilo que eles não tinham a coragem de expressar publicamente, daí os inimigos que tenho a honra de colecionar.
Desafio-os a que, em vez de insinuação reles, digam as coisas pelos nomes, a fim de que nos canais de Justiça se apurem responsabilidades.
4. Mas as canalhices a que tenho assistido, até me permitem a dúvida se não serão os que me acusam, a fazer o que de facto vergonhoso e anónimo, numa campanha idiotamente estruturada para me atingir.
São capazes de tudo para se manterem em bicos de pé e fazerem o jogo do colonialismo e do “cambão” madeirense.
5. Se a vinda de Passos Coelho foi um tiro no pé, bem como traições fracturantes gravíssimas nas últimas eleições autárquicas são de recuperação difícil, considero bom o discurso do Miguel Albuquerque no encerramento do Congresso.
6. Já a intervenção do Sérgio Marques – inexplicáveis as posições que este anti-obras públicas vai ganhando no Partido- é um nojo de insinuações falsas e reles sobre o passado que ele subscreveu, desta forma estragando desastradamente o espírito de unidade que o Congresso se propunha atingir.
Desejo que o Miguel Albuquerque não cometa alguns erros que eu cometi por, A TEMPO, não ter conhecido melhor certas pessoas.

Funchal, 23 de Janeiro de 2017

Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim”


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