O Teatro Municipal Baltazar Dias acolheu ontem a abertura oficial das “Conferências do Teatro: Madeira de A a Z”, , uma ocasião à qual o público aderiu, enchendo os lugares disponíveis. Estas Conferências decorrerão ao longo de todo o corrente ano, com periodicidade mensal. Assumem-se como um encontro entre investigadores culturais, académicos e comunidade em geral, onde serão abordadas as temáticas contidas no Grande Dicionário Enciclopédico da Madeira, considerado, por muitos, como o Novo Elucidário Madeirense para o século XXI, refere a CMF.
O edil funchalense Paulo Cafôfo abriu as Conferências começando por elogiar o contributo de José Eduardo Franco, investigador que está a coordenar a elaboração do Grande Dicionário Enciclopédico da Madeira, abordando, seguidamente, a importância da parceria com o Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias, a Cátedra Infante Dom Henrique para Estudos Insulares, a Agência de Promoção de Cultura Atlântica, a Universidade da Madeira e o Instituto Cultural dos Açores, sem os quais, disse, não teria sido possível concretizar as Conferências.
“Estas englobarão temas associados à História, Cultura e Ciência, passando pela banda desenhada e pela música, pela literatura e pelo teatro, também da Região, e esperamos que se tornem num marco cultural da cidade e que despertem o interesse dos madeirenses pela discussão destas temáticas”, explicou o presidente.
Cafôfo fez, igualmente, um balanço positivo às actividades desenvolvidas no Teatro Baltazar Dias no último ano, referindo que a vetusta casa de espectáculos madeirense “bateu, em 2016, o seu recorde de espectadores, com 48 mil pessoas (…)”. Isto representa um aumento de 25% em relação a 2014 e coloca a média de ocupação da sala acima da média nacional de 51%.” Para o edil, “a resposta das pessoas àquilo que tem sido a aposta cultural deste Executivo, e a democratização do acesso à cultura na cidade, é a legitimação mais importante que podíamos ter, como se comprova aqui hoje, mais uma vez.”
Estarão envolvidos nas conferências, ao longo do ano, 35 investigadores. Estas serão de entrada livre e decorrerão todos os meses às quartas-feiras, pelas 18 horas. As coordenadoras do projecto são Cristina Trindade e Luisa Paolinelli.
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