Novo comandante naval admite necessidade de melhorias no pessoal e nos serviços

 

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Fotos Rui Marote

O comando da Zona Marítima da Madeira transitou hoje, no decurso de uma cerimónia solene que teve lugar na Praça do Povo, das mãos do capitão-de-mar-e-guerra Félix Marques para as de Sousa Pereira, detentor da mesma patente. A ocasião contou com numerosas entidades civis, militares e religiosas, no cumprimento de um estrito protocolo que, contudo, deixou margem a discursos nos quais foram abordados temas importantes que têm a ver com a relação entre o Estado, a Marinha e a Região. Exemplo disso foi o caso da Fortaleza do Pico, cuja devolução à RAM é reivindicada pelos órgãos próprios do arquipélago, mas que nunca mais se concretiza, como esperariam os madeirenses.

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Félix Sousa enunciou as diversas facetas da sua acção nos diversos postos que ocupou, nomeadamente Capitão do porto do Funchal e do Porto Santo, comandante da Zona Marítima da Madeira e da Polícia Marítima da Região, entre outros. Por seu turno, Sousa Pereira prometeu dar continuidade ao trabalho realizado, entre o qual merece destaque a instalação de uma representação permanente da Polícia Marítima nas ilhas Selvagens.

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O novo comandante admitiu a existência de algumas insuficiências que têm de ser tratadas, como o atendimento ao público, as condições de trabalho na capitania e noutras dependências da Marinha.

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Presentes na cerimónia estiveram, como o Funchal Notícias já referiu, altas patentes da Armada.


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