
O fim do ano na Madeira vive-se em várias frentes que muitas vezes passam despercebidas ao olhar do cidadão comum. Enquanto nas placas centrais da Avenida Arriaga o folclore anima e encanta o turismo, mais discreto, mas igualmente importante, no Porto do Funchal, o barco que transporta o fogo navega para o largo, preparando-se já para o fabuloso espetáculo pirotécnico de amanhã à noite.
As ruas enchem-se de caras conhecidas, ora nas saudações de bom ano ora a passo apressado para as últimas compras para a festa do Réveillon. Alguns reduzem a caminhada para apreciar o velhinho mas sempre aplaudido folclore.
O comércio continua a vender e bem. Logo pela manhã, o maior supermercado do país em faturação, o Pingo Doce Anadia, não dá para as encomendas. As reposições dos stocks não páram e as filas para o talho e as caixas registadoras tornam infernal a vida aos consumidores e até mesmo aos funcionários destas grandes superfícies.
Todos procuram o mesmo: fazer as compras para entrarem no novo ano bem comidos e regados, e com o figurino a rigor. É a sociedade consumista no seu melhor, com dezembro gordo e o longo janeiro a contar os tostões.

Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.






