“Paraíso do Atlântico” traz origem e história do fogo português no final de ano na Madeira

A Macedo’s Pirotecnia está já a ultimar pormenores para o fogo de artifício do final de ano na Madeira, espetáculo que foi a concurso por 860 mil euros e que foi adjudicado pelo valor de 800 mil, num caderno de encargos que incluíu, pelas primeira vez, a utilização de efeitos tradicionais portugueses, tendo como propósito fazer lembrar as origens e a história do fogo português.

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Fogo do final do ano com 8 minutos e 38 postos – Foto Turismo da Madeira

No total, são cerca de 132 mil disparos, distribuídos em 8 minutos por 38 postos de fogo (os mesmos que em 2015), 33 no anfiteatro do Funchal, 4 no mar e 1 no Porto Santo (Vila Baleira).

Para este final de ano, mantém-se a fórmula encontrada em 2015 e que, segundo os responsáveis, deu resultado positivo, pelo que o espetáculo de fogo “consolida as decisões tomadas no ano passado, no que diz respeito ao restabelecimento de todo o arco de instalação dos postos no anfiteatro, preferencialmente a uma cota 200, o que permite recuperar o efeito magnífico que este espetáculo tinha há uns anos”, diz a secretaria em informação a este propósito.

A estratégia delineada para este final de 2016 incide, assim, em mais fogo no anfiteatro da cidade, “numa distribuição dos postos que assegura um impacto visual muito mais forte e harmonioso, sobretudo para quem optar, à semelhança do que aconteceu no ano passado, por assistir ao espetáculo na baixa”.

Enquanto cartaz importante no contexto do turismo madeirense, a passagem de ano procura proporcionar um momento inesquecível, não só aos residentes, mas também aos milhares de turistas que nos visitam nessa época do ano, juntando-se os que esgotam a capacidade hoteleira, este não com resultados positivos nas estatísticas, mas também aqueles que vão presenciar o esptáculo e que chegam nos cruzeiros.


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