Lopes da Fonseca critica Orçamento da RAM e continua a apontar o dedo ao diferencial fiscal

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O presidente do CDS-PP, Lopes da Fonseca, falou hoje à comunicação social sobre alguns aspectos do Orçamento da Região para 2017. O dirigente partidário criticou a não recuperação do diferencial fiscal de 30% no IVA, IRS e IRC, que, considerou, o PSD hipotecou com o Plano de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF) e que, em seu entender, não mostra capacidade para recuperar, fazendo com que o referido Plano, desenhado para três anos, com o Orçamento para 207 acabe por durar o dobro do tempo – seis anos.

António Lopes da Fonseca entende que a devolução de rendimentos às pessoas por via dos escalões e IRS seria mais justa e equitativa e não por via do subsídio de insularidade, como anunciou o Governo, medida que, na visão do CDS-PP, discrimina mais de 100 mil madeirenses contribuintes.

Por outro lado, António Lopes da Fonseca diz que as famílias e as empresas não aguentam mais a carga fiscal que o Governo Regional do PSD mantém na Região, provocando asfixia nas empresas e nas famílias, impedindo o crescimento económico e a criação de emprego – como atestam os dados revelados no último trimestre em que a Madeira foi a única Região do país onde o desemprego aumentou, apesar do volume de obras públicas em curso.


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