
As eleições americanas estão à porta e a ex-primeira dama Clinton prepara-se para ocupar a Casa Branca, num regresso inusitado da família ao poder. A acertarem as sondagens, a estátua da liberdade passará a ter o nome de Hillary Clinton e a cabeça de Trump será servida de bandeja aos seus inimigos.
Podemos dizer muita coisa. Mas nem um nem outro prestigiam a cadeira presidencial de um país como os Estados Unidos da América, mesmo dando de barato algumas hipocrisias típicas desta potência, como ela gosta de ser conhecida. Um eleitor que chega à urnas e tem por opção um espalha brasas (apenas um eufemismo do ser) e uma descendente da herança Clinton e dos seus escândalos de fraude, já para nem sequer mencionar os processos que contra ela correm na justiça – para arquivo, naturalmente! – quase que preferirá dizer qualquer coisa parecido como “estou ausente do país nestas eleições”.
Por isso, os americanos, acossados no chamado “mal menor” vão certamente eleger a primeira mulher para a presidência dos EUA. Quem sabe não será uma surpresa? Dúvida legítima. Mas já sem sentido. Depois de Obama e da sua oração de campanha “yes, we can”, já nem vale a pena acreditar em mudanças. Obama pôde pouco ou nada e Hillary é mais uma peça do “establishment” que a leva ao colo do poder mas que lhe cobrará, a curto trecho, a fatura da eleição. É a política…

Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.






