
A diocese do Funchal deu ontem início a um “Ano Jubilar” para assinalar os “500 anos da Dedicação da Sé”.
O aniversário solene desta “Dedicação” remonta a 18 de outubro de 1517, pelo então bispo D. Duarte, delegado do bispo titular, D. Diogo Pinheiro.
Ontem, terça-feira, os 499 anos daquela data jubilar foram celebrados com uma missa presidida por D. António Carrilho e participada pelos bispos eméritos D. Teodoro de Faria e D. Montes Moreira (de Bragança), sacerdotes e fiéis.
O acontecimento, segundo o bispo do Funchal, traduz “a memória, a gratidão, o amor de Deus e a fé em Jesus Cristo”, através de várias “gerações” de crentes.
Na sua homilia, D. António Carrilho falou da “Catedral” como um “sinal da habitação de Deus na cidade”, um “sinal da obra de Deus e edificação humana”, inseparável do “testemunho” secular da “fé”, que “reúne toda a comunidade” em torno das principais “celebrações litúrgicas” da Igreja diocesana.
A “Catedral” é também um “edifício espiritual sempre em construção”, em todas as dimensões do “viver cristão”.
Celebrar este “aniversário” e realizar o “jubileu dos 500 anos da consagração da Catedral”, a partir de agora e até 18 de outubro de 2017, é assumir a “herança de um Evangelho vivido em cada época”, acrescentou.
Neste contexto de “Ano Jubilar”, a diocese promoverá um programa pastoral de alcance significativo para toda a comunidade religiosa, e sociedade em geral, destinado a destacar uma importante referência da nosso arquipélago, como é a “bela e vetusta Catedral” datada da última década do século xv e dedicada a Nossa Senhora da Assunção.
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