Sindicato dos Jornalistas diz que jornalismo madeirense ficou mais pobre

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A Direcção Regional da Madeira do Sindicato dos Jornalistas, em comunicado emitido há pouco, expressa as mais sentidas condolências à família da jornalista Lília Bernardes.

Segundo o SJ, Lília Bernardes “partiu cedo de mais, deixando o jornalismo madeirense mais pobre”.

Lília Bernardes2Licenciada em Comunicação, Cultura e Organizações pela Universidade da Madeira, com Pós-Graduação em Guerra de Informação/Competitive Intelligence pela Academia Militar e curso intensivo de Segurança e defesa pelo Instituto de Defesa Nacional, Lília João Bernardes de Freitas Iniciou a carreira profissional na empresa Correios e Telecomunicações de Portugal, no âmbito da direção de coordenação dos CTT na Madeira;

• Neste âmbito, integrou o gabinete comercial e marketing, coordenou o gabinete de Comunicação, Documentação e Informação (CDI) tendo participado na equipa do projecto de lançamento da rede de televisão por cabo na Madeira;

• Em 1993 optou pelo jornalismo em exclusividade como correspondente do DN nacio- nal na Região Autónoma da Madeira, cargo que exerceu até outubro 2014;

• Colaborou em vários órgãos de comunicação social, rádio, televisão e revistas.

Deixa uma filha maior de idade.

“Nesta hora, a Direcção Regional da Madeira do Sindicato dos Jornalistas quer relevar as suas qualidades humanas e profissionais. Não é fácil ser jornalista. Não é fácil ser jornalista na Madeira. Lília Bernardes sentiu-o na pele”, refere o comunicado.