
Militantes ligados à Al-Qaeda protagonizaram um ataque na Costa do Marfim, à semelhança de um já anteriormente perpetrado numa praia da Tunísia, matando pelo menos 14 civis a tiro, além de dois soldados. O ataque aconteceu num “resort” de praia no sudoeste do país.
Os terroristas dirigiram-se para a praia e começaram a abrir fogo sobre as pessoas que lá se encontravam, procurando refrescar-se para escapar a uma vaga de calor no país. A estância balnear é popular tanto junto de locais como de estrangeiros. Cerca de quatro cidadãos estrangeiros terão morrido, sendo um deles francês.
Os atacantes acabaram por ser mortos pelas forças de segurança, mas o atentado gerou grande e compreensível pânico. Os corpos das vítimas ficaram estendidos na areia, ensanguentados.
A Costa do Marfim era um dos países mais estáveis da África Ocidental, mas os conflitos religiosos estalaram entre o norte, maioritariamente muçulmano, e o sul, predominantemente cristão. Desde então, os acordos de paz têm alternado com a violência.
Os terroristas usavam barretes de esqui (passa-montanhas) e abriram fogo perto do hotel L’Etoile du Sud, que estava cheio de estrangeiros.
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