
Está para breve a conclusão do inquérito levado a cabo pelo Ministério Público (MP) na sequência do desaparecimento do pequena Daniel, na Calheta, em janeiro de 2014.
Segundo o Funchal Notícias conseguiu apurar, o despacho deverá ser proferido ainda antes da páscoa desconhecendo-se o seu teor.
Em causa está o apuramento dos contornos do desaparecimento, por alguns dias, do pequeno Daniel, de apenas 18 meses, que viria a ser encontrado dias depois, por um levadeiro, na levada que liga o Estreito da Calheta aos Prazeres.
A mãe do menor chegou a ser detida pela PJ.
Além do Termo de Identidade e Residência (TIR), Lídia Freitas ficou com a medida de coação de apresentações periódicas na PSP da Calheta e impedida de sair da Madeira sem autorização do tribunal.
Especulou-se sobre o envolvimento de várias pessoas no episódio e na eventual ‘venda’ do Daniel para um casal fora da Madeira.
Ora, os envolvidos, o tipo de crimes ou a o arquivamento total ou parcial do inquérito são questões que só serão conhecidas depois de revelado o despacho do MP.
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