Conforme o Funchal Notícias já havia noticiado em primeira mão, no próximo dia 27 de fevereiro realiza-se a Marcha Europeia pelos Direitos dos Refugiados em várias cidades.
O Núcleo da Amnistia Internacional no Funchal, alia-se a esta iniciativa através de uma Concentração pelos Direitos dos Refugiados nesse mesmo dia (27 de fevereiro) pelas 15h junto à Estátua João Gonçalves Zarco, na Avenida Arriaga.
A cidade do Funchal é uma das mais de 100 cidades que se junta a esta iniciativa europeia que acabou por abranger países fora da Europa.
Esta iniciativa organizada por um grupo de cidadãos europeus pretende unir a Europa pelos refugiados exigindo uma passagem segura com a criação de rotas seguras para que todos consigam chegar à União Europeia sem correrem risco de vida.
É também exigido que se termine com a confiscação de bens realizadas em alguns países de acolhimento, sendo igualmente importante que se coloque em prática o mecanismo criado pelas Nações Unidas que permite a reinstalação de refugiados mais vulneráveis, incluindo sobreviventes de tortura e pessoas que se encontram em situações que requerem cuidados médicos urgentes.
Sendo que muitos refugiados não têm todos os documentos necessários para obter um visto normal para viajarem entre países da comunidade europeia, exige-se que sejam concebidos vistos humanitários para que desta forma seja permitido aos refugiados viajarem em segurança e assegurando o término e combate aos mercados de tráfico humano.
A reunificação de famílias é exigida para que todos os refugiados tenham a oportunidade de reunirem-se com os seus familiares que já se encontram na União Europeia, permitindo que não haja risco de vida a todos os que se aventuram a fugir dos seus países à procura de paz, segurança e de uma vida condigna.
É importante referir que todos os refugiados que tenham solicitação de refúgio válida, numa triagem inicial, devem ser beneficiados por um massivo programa de recolocação, com a participação obrigatória de todos os estados membros da União Europeia.
A vossa presença e o apelo à participação de todos, é importante para que se comece a desmistificar esta questão dos refugiados e os problemas que muitos vivem aquando da sua chegada a países de acolhimento, e antes de iniciarem uma longa viagem de escape que normalmente acabar por lhes tirar a vida. Cabe a todos nós promover e fomentar a importância dos direitos humanos e alertar para este flagelo humanitário que necessita de toda a nossa atenção.
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