
* RUI MAROTE (Texto e fotos)
A cena chamou a atenção. A Nau Catrineta entrava calmamente, na nova marina do Funchal, com as velas da Cruz de Cristo desfraldadas, como que a desafiar memórias e desígnios de outros tempos gloriosos.
Só faltava mesmo o nosso descobridor Gonçalves Zarco, imponente e atento lá do alto do seu pedestal na Avenida Arriaga, nas imediações do Banco de Portugal.
Na época de setenta, do século passado, ainda havia quem quisesse trocar escudos por zarcos… Hoje, temos euros e a “Força de acreditar” do nosso banco não conseguiu resistir a ventos e marés agitados por “nuestros hermanos”.
A História repete-se… Estepilha, os Filipes de Espanha estão de regresso.
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