
Luís Amado sempre foi uma figura de relevo na Madeira, onde iniciou a sua atividade profissional no Tribunal de Contas, e carreira na política ao serviço do PS/M. Mas é também um dos administradores do Banif com as contas hoje congeladas, como o FN já deu conta.
É um desfecho tráfico para o Banco fundado por Horácio Roque e uma mancha no curriculum dos administradores, nomeadamente de Luís Amado, nesta passagem pelo mundo da banca. Bem podemos dizer que as escolhas de Luís Amado não têm sido acertadas. Primeiro, foi a pasta da política externa que o então Primeiro Ministro José Sócrates – hoje a braços com a justiça – lhe confiou, sucedendo a Freitas do Amaral como Ministro dos Negócios Estrangeiros.
Já fora do governo e da política, Luís Amado é convidado a compor os administradores do Banif, numa missão de todos reestruturarem a situação difícil desta instituição de crédito. Três anos passaram e o desfecho é o que está à vista de todos: banco vendido ao Santander, gasto exorbitante do Estado/contribuintes para resolver o caso, situação indefinida dos trabalhadores do banco vendido e administradores sem acesso às contas até as averiguações serem feitas.
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