
A Banca portuguesa tem ensinado ao cidadão comum uma lição: não é de confiança nem tão pouco se recomenda. Perante esta lição, que resta aos cidadãos depauperados nas suas modestas poupanças? Desacreditar, encontrar formas alternativas de guardar as suas poupanças e esquecer que na rifa lhes tenha caído políticos e gestores que bem merecem ir para casa plantar batatas para dar o valor ao trabalho. Eis a pergunta que corre: qual será o próximo banco a falir e a ser salvo pelo dinheiro dos contribuintes?
Lembremo-nos do slogan do Banif: A Força de Acreditar; o sound bite da Televisão da Madeira, das ruas, e de tantos outros que se serviram do banco de Horácio Roque para as negociatas que outros não permitiam, para o rtimo endiabrado das obras do jardinismo, para os “arranjos” público-privados e para outras parcerias que a seu tempo virão a lume. Sim, porque quando se anuncia formalmente a queda de um banco, os problemas lavaram há muito, muito tempo, nas costas dos fieis e ingénuos depositantes, o tal peixe miúdo que alimenta os devaneios de alguns gestores.
Por tudo isso, a nossa solidariedade vai para os depositantes e para os trabalhadores que bem precisam de ter força para ainda acreditarem no sistema.
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