Capas negras da Francisco Franco e Gonçalves Zarco cumprem a tradição dos finalistas

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Os estudantes da Francisco Franco em grande estilo hoje. Foto Rosário Martins

As capas negras voltam a dar nas vistas no Funchal. São os estudantes finalistas a fazerem a tradicional festa da bênção das capas, uma etapa que prenuncia a entrada no ensino superior.

Hoje, os estudantes do 12.º ano da Escola Secundária Francisco Franco vestiram-se a rigor para cumprir a tradição. Eles e elas, de braço dado, até à Sé Catedral, num desfile memorável para a tradicional missa. Um momento alto para estes jovens que estão a terminar o ensino secundário este ano. Depois, a noite promete com o jantar de gala e o baile. São dias e dias a preparar a festa, o visual e tantos outros adereços. Mas, com mais ou menos custo, lá estão os finalistas a cumprir a tradição que é única no país.
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Francisca Alegra, finalista da Escola S. Francisco Franco.
Na passada sexta feira, a festa dos finalistas aconteceu na Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco e a Igreja da Nazaré foi pequena para albergar finalistas e familiares. Um acontecimento mágico para quem está à beira de concluir o ensino secundário.
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Nádia Oliveira e o seu par: finalistas da Gonçalves Zarco.

Outras escolas sucedem-se no cumprimento de uma tradição que é tipicamente madeirense, ainda por cima com o sol da São Martinho a prolongar-se e a ajudar no desfile dos estudantes, vestidos a rigor.

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Na Nazaré, os finalistas da Gonçalves Zarco.
Nos próximos dias, escolas públicas e privadas, onde se leciona o 12 ano de escolaridade, têm a mesma festa na agenda. No dia 27, é a vez da Escola Secundária Jaime Moniz e a 7 a APEL, entre outras.
Uma cerimónia que une o sagrado e o profano e que tem um valor simbólico significativo não só para os alunos mas também para toda a comunidade escolar, nomeadamente as famílias.