
Principia amanhã em Santa Cruz o VIII Encontro Regional de Teatro das Casas do Povo de Santa Cruz, numa organização da Casa do Povo local, integrada nas Comemorações do seu 33º Aniversário, e que se realiza no Salão Cultural e Paroquial de Santa Cruz. A iniciativa, que tem como ‘padrinho’ Nuno Morna, conta com o apoio da Acaporama.
Este é o programa de actividades para amanhã, quinta-feira:
19h00 – Arte Circense / Quadros Vivos / Mimos / Cuspidores de Fogo
19h30 – Sessão de abertura do VIII Encontro Regional de Teatro das Casas do Povo da RAM, com Madeira de Honra
– Monólogo “O que eu fiz?”, pelo Grupo Teatral São Gonçalo, em parceria com a Casa do Povo do Imaculado Coração de Maria;
20h00 – Peça “A Lição”, um trabalho conjunto entre professores e alunos do Grupo de Teatro da Casa do Povo de Santana;
21h00 – Espectáculo “Retratos” sob o tema da Violência Doméstica, apresentado pelo projecto ‘Olho-te’ em parceria com a Casa do Povo de São Martinho.
Montagem e direcção : Hugo Andrade
Intérpretes: Moradores do bairro da Nazaré e outros interessados pelo tema ( Violência doméstica)
Violino : Gustavo Martins (Gus V)
Apoio técnico de som: JPMphoto
Cenografia: Zé Ferreira
Figurinos: cedidos pelo Teatro Experimental do Funchal ( TEF)
Este trabalho performativo teve como base as técnicas do teatro do oprimido ( imagem, fórum, debate ), professadas por Augusto Boal. Foi uma das actividades da Associação Olho.te, no ano de 2014.
O tema ” Retratos”, segundo a informação veiculada, nasce da ideia de uma foto de casamento, magistralmente exposta na parede de uma sala … Mas tudo se transforma dentro de quatro paredes.
“Vozes que se calam, envergonhadas em gritos abafados, na cumplicidade vizinha e cega, que a todos envergonham e intimidam, numa justiça que teima em chegar, e fazer cumprir.Todos somos inocentes, todos somos culpados … Mas aqui, todos podemos transformar. Quatro retratos, quatro propostas, quatro situações de violência doméstica : contra a criança, a mulher, o homem, o idoso e a cegueira de todos nós.Quatro retratos que se “metamorfoseiam”, no apelo à sensibilização e à mudança”, reza um texto alusivo.
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