
O monumento da autonomia do escultor Ricardo Veloza, que esteve colocado em Santa Cruz junto à cabeceira oeste da pista, foi transferido para o Funchal para Praça da Autonomia mas sem a bonita pira de bronze.
Com as obras da nova ribeira e da referida praça, foi necessário desativar o monumento e aguardar a empreitada das obras que decorriam naquele espaço.
Finalizadas as obras, ,o monumento regressou 50 metros à frente e sem a pira. O Funchal Notícias soube que a referida pira de bronze desapareceu, não se sabendo o paradeiro.
É de referir que a chama só era acesa um dia por ano quando se comemora o Dia da Regiao, a 1 de julho. Era alimentada através de garrafas de gás, um dispendio para a Região com esta fonte de energia para que a chama se mantivesse acesa 24 horas por dia, 365 dias ao ano.
Já não é de agora que, quando se procede a obras, emerge igualmente o problema do desaparecimento de monumentos. Foi o caso, no Jardim Municipal, da estátua que estava na lagoa quando Fernao de Ornelas traçou a Avenida Arriaga, vindo depois a ser substituída pela que está lá agora .Passadas dezenas de anos, a estátua desaparecida aparece nos jardins de uma quinta em New Bedford e nunca mais voltou à Madeira.
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