CDS foi ao Porto Santo dizer que o compromisso é com o eleitorado madeirense

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O candidato do CDS/PP Madeira à Assembleia da República, José Manuel Rodrigues, defendeu ontem, no Porto Santo, a reposição do subsídio de insularidade para todos os trabalhadores, incluindo os da Madeira, e não apenas para os funcionários públicos.

O primeiro candidato do CDS/PP Madeira lembrou que o Governo Regional anunciou a reposição, para 2016, de metade do subsídio de insularidade aos funcionários públicos do Porto Santo, cortado em 2012 na sequência da assinatura do PAEF, mas manifestou-se contrário à ideia do executivo madeirense manter esse apoio apenas para o setor público. “O que deve ser reposto é a totalidade do subsídio cortado, abrangendo todos os trabalhadores do Porto Santo porque todos enfrentam os mesmos problemas de insularidade”, declara José Manuel Rodrigues.

Matéria recorrente é a dos transportes aéreos entre as ilhas. O candidato considera necessário rever o modelo de serviço público, por considerar “inaceitável” que o residente no Porto Santo pague por uma deslocação à Madeira quase o dobro do preço que um madeirense paga por uma viagem ao continente.

Também a estrutura da Força Aérea naquela ilha merece uma nota do candidato à Assembleia da República, sublinhando a sua importância como meio de socorro das populações, evacuação de doentes, operações de busca e salvamento.

Rodrigues continua a esclarecer os eleitores sobre o que está em causa a 4 de outubro e recorda que os madeirenses vão eleger seis deputados, que “devem, de forma corajosa, defender os direitos dos madeirenses e porto-santenses em Lisboa”.

“Os dois representantes do CDS/PP que estiveram na Assembleia da República, deram provas de que colocam os interesses da Madeira e Porto santo acima dos interesses partidários”, refere. “Isso está demonstrado nos registos da Assembleia da República e nas votações contra o Plano de Ajustamento Económico e Financeiro e dois orçamentos de Estado. O compromisso do CDS/PP nestas eleições não é com nenhum candidato a primeiro-ministro, não é com Passos Coelho, com António Costa ou Paulo Portas, o nosso compromisso é com os madeirenses e porto-santenses.”