O Partido da Terra foi hoje à 1ª Repartição de Finanças do Funchal protestar contra os valores de IMI que são cobrados anualmente. O imposto a que o Partido da Terra apelida de «imposto ladrão».
Este «imposto ladrão» bate à porta de todas as famílias, quer das mais pobres quer das menos pobres, levando centenas de euros todos os anos, denuncia o MPT.
O Partido da Terra entende que quem compra casa ou apartamento muitas vezes faz empréstimos bancários e quem deveria pagar este imposto é o próprio banco, pois a casa é dele até que a família pague a última prestação.
Se uma família falhar qualquer prestação, o banco fica com a casa, por isso não devem ser as famílias a pagar o imposto.
O Partido da Terra não aceita que as famílias, depois de tantos sacrifícios para ter casa, voltem a pagar ao Governo um imposto que mais parece uma renda.
“Quem comprar ou construir casa própria não é inquilino do Governo, por isso consideramos que é um imposto ladrão”, dizem os responsáveis do partido.
“Pagamos por aquilo que é nosso, que compramos ou nós mesmo construímos. Pagamos terreno, licenças, projetos, a própria construção e depois de tanto sacrifício, somos obrigados a pagar uma renda ao Governo”.
O Partido da Terra, elegendo deputado à Assembleia da República, irá propor uma redução deste «imposto ladrão» de maneira a aliviar as famílias e a liberta-las deste “roubo”, promete.
O Partido da Terra apela, pois, “às famílias cansadas destas políticas que esmifram os bolsos dos contribuintes” a votar nesta força política.
“Com mais força poderemos defender as famílias das políticas esmagadoras de direita de Passos Coelho e Paulo Portas”, afirmam.
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