Secretaria dos Assuntos Sociais e Defesa do Consumidor sensibilizam para a poupança de água

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A Secretaria Regional dos Assuntos Sociais e Inclusão, à Rua João de Deus, serviu hoje de palco à apresentação de uma acção de sensibilização para a poupança de água, intitulada ‘Um bem essencial ao seu serviço’, dinamizada pelo Serviço de Defesa do Consumidor em ligação com a tutela.

Este projecto, apadrinhado pela DECO, é apoiado pelo Fundo para a Promoção dos Direitos dos Consumidores, e visa torná-los conscientes da dimensão do consumo e do desperdício de água em Portugal, e das medidas a tomar para evitá-lo. wpid-2015-07-25-13.36.01.jpg.jpeg

Para a apresentação, que contou com a presença da directora do Serviço de Defesa do Consumidor, Graça Moniz, foram colocadas muitas poltronas ao ar livre, para acolher os convidados, que tiveram direito também a assistir a um breve momento musical.

A secretária regional dos Assuntos Sociais e Inclusão, Rubina Leal, explicou aos jornalistas que a Defesa do Consumidor tem objectivos que não se limitam à mera recepção de queixas, embora, neste capítulo, não tenham aparentemente falta das mesmas: já chegaram, desde Janeiro, 3 mil reclamações àqueles serviços, relativas a várias questões. No ano passado, aparentemente, foram cerca de seis mil reclamações no total.

“Está também no âmbito das suas atribuições fazer campanhas de sensibilização e informação”, defendeu a governante.

A presente campanha de poupança de água desenvolver-se-á junto dos centros comunitários, Casas do Povo, escolas e em outros locais, entre os meses de Agosto e Dezembro do corrente ano. Nos primeiros meses, haverá várias acções a desenvolver, incluindo incutir no consumidor a noção de que “há várias tarifas de água que podem ser escolhidas pelo consumidor, atendendo à sua situação sócio-económica e familiar”.

Existem tarifas especiais para aqueles que têm dificuldades, sublinhou.

“Vamos começar com a água, depois vamos passar à energia, e finalmente à iliteracia financeira, três temas prementes e importantes”, referiu Rubina Leal.

A dita ‘iliteracia financeira’, esclareceu, refere-se à incapacidade de gerir com eficácia um orçamento familiar, ainda que mínimo.

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