Mariana Garcia da Fonte, dirigente da JP Funchal, referiu que a presença da JP Madeira na iniciativa pretendeu “realçar a importância da leitura como forma de adquirir cultura, conhecimento e fomentar o pensamento crítico”.
A dirigente considerou ainda que ler continua a ser uma actividade essencial no desenvolvimento pessoal e intelectual, acrescentando que “ao ler, somos transportados para outra dimensão, onde damos asas à imaginação e à criatividade, competências fulcrais para o nosso dia a dia, seja na resolução de dilemas quotidianos, no ambiente de trabalho ou no percurso escolar”.
Mariana Garcia da Fonte alertou também para a perda gradual do hábito de leitura, defendendo que, num tempo cada vez mais dominado pelo digital, é fundamental manter viva a ligação aos livros físicos. “Reconhecemos que é essencial preservar o contacto com os livros físicos, que mantêm viva a tradição, a memória e o pensamento aprofundado”, afirmou.
A responsável acrescentou que a mensagem da JP Madeira passa também por incentivar os mais jovens a ler e a refletir sobre os mais diversos assuntos, lembrando que “os livros constituem pilares de uma sociedade informada e consciente, e defender o seu valor é também defender a cultura e a democracia”.
Para a jovem dirigente, “ler transforma-nos e faz-nos viajar para locais inalcançáveis pelo corpo”, razão pela qual a presença da Juventude Popular da Madeira na Feira do Livro quis afirmar, de forma clara, a importância de continuar a promover hábitos de leitura junto da sociedade, em especial entre os mais jovens.”
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