Lídio Aguiar, cabeça-de-lista às eleições autárquicas, de 12 de Outubro, destaca a importância deste evento para economia da freguesia, realçando, também, a importância história que o Vinho Madeira tem para a Região.
O centrista não deixou de mostrar alguma preocupação pelo sector vinícola, nomeadamente, a ausência de uma estratégia para as vinhas, sector que enfrenta desafios significativos, nomeadamente, o abandono dos terrenos e a reconversão de áreas, que outrora eram de vinha, para outras produções.
Ciente que o poder autárquico tem poderes limitados no sector, Lídio Aguiar afirma que o executivo camarário não pode ficar de braços cruzados enquanto a área de vinha desaparece a olhos vistos, e propõe que a autarquia, em conjunto com o Governo Regional, através do Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira, estabeleçam protocolo com a Universidade da Madeira para que sejam feitos estudos de viabilidade de castas, de quotas de produção, do impacto que as alterações climáticas têm tido na produção, por forma a abordar este problema com dados concretos, por forma a podermos aconselhar os produtores a procederem às alterações necessárias para a preservação da cultura vinícola.
“Está em causa a sobrevivência do Vinho Madeira”, avisa Lídio Aguiar.
O candidato centrista compromete-se a lutar, junto das entidades competentes, para que haja um reforço dos fundos europeus do Programa PAC (Política Agrícola Comum), para a manutenção dos terrenos, nomeadamente, na construção dos muros nos nossos socalcos, para aquisição de estacas, manutenção ou reconversão das latadas.
Para além disso, é importante que esse apoio abranja, também, parte dos custos com o tratamento da vinha, pois é aqui que o agricultor tem mais despesa, refere o candidato centrista à autarquia de Câmara de Lobos.
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