SRTAC afirma ter o espaço florestal sob vigília apertada e alerta para comportamentos de risco

A Secretaria Regional de Turismo, Ambiente e Cultura, através do Instituto de Florestas e Conservação da Natureza (IFCN), face ao alerta laranja avançado pelo IPMA para as zonas montanhosas, volta a alertar a população para que adopte uma conduta cautelosa em espaço florestal, nas serras da Madeira, evitando comportamentos de risco que possam pôr em perigo pessoas e um património que é de todos nós, a floresta. Assim reza um comunicado emitido hoje.

Está proibido a realização de qualquer tipo de queimada e fogueira em espaço florestal, recorda-se.

É desaconselhada a utilização dos fogareiros nas zonas de lazer em espaço florestal e no caso de utilização destas infraestruturas, logo após a confecção, as brasas e chamas deverão ser apagadas.

Desaconselhadas são também caminhadas nas zonas dos picos mais altos da ilha da Madeira.

A estrada florestal que liga a Eira do Serrado ao Pico do Areeiro permanecerá encerrada.

Deverá ser evitada a utilização de equipamentos que possam provocar faísca (motorroçadoras com discos, motosserras, tratores sem protecções de escape, cabeças destroçadoras de mato, rebarbadoras, máquinas de soldar, entre outras).

O IFCN reforçou neste período a vigilância em espaço florestal. Está no terreno o Corpo de Polícia Florestal 24 horas, utilizando equipamentos recentemente adquiridos para vigilância como os drones, camaras térmicas, os Sapadores Florestais, que, neste período, se dedicam à vigilância, e o Corpo de Vigilantes da Natureza, que realiza vigilância essencialmente nas áreas protegidas.

Além de todo este dispositivo de vigilância, o IFCN tem no terreno várias viaturas de primeira intervenção com água prontas a actuar, possui camiões de primeira intervenção estrategicamente estacionados nos pontos mais altos da ilha e várias máquinas de rasto estacionadas em diversos locais da ilha prontas a actuar em caso de necessidade, afirma o mesmo comunicado.

Não obstante estarmos na época estival, as condições de temperatura, humidade e vento aumentam o risco de incêndio, pelo que todos os comportamentos em espaço florestal e natural devem ter em consideração este facto, alerta ainda a instância governamental.


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