Ontem, domingo, dia da festa do PSD-Madeira no Chão da Lagoa, o jornal “Correio da Manhã” noticiou que os social-democratas madeirenses são suspeitos de financiamento ilegal do partido no valor de um milhão de euros.
Um artigo assinado por António Sérgio Azenha aponta que o dito milhão em financiamento ilegal terá sido entregue entre 2020 e 2024, tendo sido constituídos cinco novos arguidos este mês, entre os quais Pedro Calado e Custódio Correia, também arguidos noutro processo, no âmbito do qual estiveram detidos 21 dias.
O CM diz que o Ministério Público deverá deduzir acusação antes das eleições autárquicas.
O suposto financiamento ilegal decorreria através de contratos estabelecidos por entidades públicas com empresas privadas, que inflacionariam alegadamente os preços, não prestando os serviços em causa e encaminhando “uma parte ou a totalidade do dinheiro para o PSD-Madeira”.
Entre os cinco novos arguidos agora anunciados pelo CM figuram ainda Miguel Silva, adjunto de Miguel Albuquerque, Amílcar Gonçalves, presidente da ARM, e Marco Caldeira, director regional da Agricultura.
O CM assevera que nesta investigação já foram constituídas arguidas cerca de 20 pessoas.
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