AF!
A política externa americana tem sido objeto de intenso debate académico e político, especialmente no que tange aos métodos empregados pelos Estados Unidos para exercer sua influência global. Uma análise crítica revela que a diplomacia americana frequentemente recorre a estratégias de intimidação, coerção e bluff que caracterizam o que muitos estudiosos denominam como “diplomacia coerciva” ou “bullying diplomático”.
Fundamentos Conceituais da Diplomacia Coerciva
A diplomacia coerciva foi conceitualizada pela primeira vez em 1971 pelo professor da Universidade de Stanford, Alexander George, para descrever estratégias políticas que utilizam ameaças de força, isolamento político, sanções económicas e bloqueio tecnológico para forçar outros países a se alinharem com as exigências americanas. A essência deste conceito reside na utilização da ameaça da força militar ou económica como instrumento de pressão política, distinguindo-se do uso direto da violência por manter um elemento de negociação.
Os Estados Unidos têm sido considerados os “inventores” da diplomacia coerciva, com o conceito sendo desenvolvido especificamente para descrever as políticas americanas em relação ao Laos, Cuba e Vietname durante a Guerra Fria. Esta abordagem tornou-se uma ferramenta padrão na caixa de ferramentas da política externa americana, sendo aplicada através de contenção e repressão nos campos político, económico, militar e cultural para conduzir diplomacia coerciva mundial por puro interesse próprio dos EUA.
Manifestações Históricas do Bluff e Bullying Diplomático
Teoria do Louco e Estratégias de Intimidação
A estratégia de Bluff na diplomacia americana tem raízes profundas, remontando à “teoria do louco” articulada por Richard Nixon durante a Guerra do Vietname. Esta teoria baseia-se na ideia de que criar uma perceção de instabilidade mental pode ser útil em negociações coercivas, sendo “particularmente útil quando o cumprimento das ameaças é muito caro”.
Todos os governos americanos, desde a Guerra Fria, têm utilizado Bluffs e ameaças de guerra – nuclear ou convencional – para atender a seus propósitos estratégicos. A diferença nas administrações mais recentes reside na aplicação dessa estratégia tanto contra adversários quanto contra aliados, representando uma escalada na utilização do bullying diplomático.
Instrumentos de Coerção Económica
As sanções económicas constituem uma ferramenta fundamental da diplomacia coerciva americana. Os Estados Unidos são responsáveis por mais de 35% de todas as sanções impostas entre 1950 e 2019, utilizando esse instrumento para pressionar outros países a modificarem suas políticas internas e externas.
O embargo americano a Cuba, iniciado em 1960, representa o exemplo mais duradouro da diplomacia coerciva americana na história moderna. Este embargo foi estabelecido através de seis estatutos principais e tem sido mantido por mais de seis décadas, demonstrando a persistência da estratégia coerciva americana mesmo quando sua eficácia é questionável.
Manifestações Contemporâneas do Bullying Diplomático
A Era Trump e a Intensificação das Táticas Coercivas
A administração Trump (2017-2021 e 2025-presente) representa uma intensificação das táticas de bullying diplomático. Análises académicas identificam que Trump adota uma estratégia de “bullying diplomático” caracterizada por:
- Escolha de alvos vulneráveis para demonstrar força
- Constrangimento público de líderes estrangeiros
- Utilização do ambiente da Casa Branca como espaço hostil para negociações
- Aplicação de tratamento diferenciado baseado na capacidade de retaliação dos países
A cientista política Denilde Holzhacker observa que “Trump escolhe os seus alvos, e são sempre quem ele entende que tem fragilidades a explorar”. Esta abordagem seletiva demonstra a natureza calculada do bullying diplomático, onde a intimidação é aplicada estrategicamente contra países considerados mais vulneráveis.
Instrumentos Contemporâneos de Coerção
A política externa americana contemporânea utiliza diversos instrumentos de coerção:
Tarifas e Guerra Comercial: A imposição de tarifas tem sido utilizada como ferramenta de pressão, exemplificada pelas tensões comerciais com China, México, Canadá e Brasil. Mesmo quando os dados não justificam as medidas – como no caso do Brasil, onde os Estados Unidos mantêm superávit comercial há 17 anos consecutivos –, as tarifas são impostas como instrumento de pressão política.
Sanções Unilaterais: Os EUA têm colocado mais de mil empresas chinesas em listas de sanções e aplicado restrições tecnológicas como forma de coerção económica. Esta prática se estende a outros países que não se alinham com os interesses americanos.
Diplomacia Canhoneira Moderna: Embora a diplomacia canhoneira tradicional tenha suas origens nos séculos XIX e XX, suas manifestações contemporâneas incluem demonstrações de força militar, movimento de frotas navais e ameaças de intervenção.
Críticas Académicas e Análise Teórica
Limitações da Teoria da Estabilidade Hegemónica
Críticos académicos como Zbigniew Brzezinski e Joseph Nye alertam para os riscos de uma estratégia de governo predominantemente baseada no unilateralismo e militarismo. A teoria da estabilidade hegemónica, embora forneça uma base para compreender o comportamento americano, não justifica os excessos da diplomacia coerciva.
Joseph Nye, criador dos conceitos de hard power e soft power, observa que “Trump não entende o soft power — a habilidade de conseguir o que quer por meio de atração em vez de coerção ou pagamento”. Esta análise sugere que a ênfase excessiva no hard power pode ser contraproducente para os objetivos americanos de longo prazo.
Consequências Sistémicas da Diplomacia Coerciva
A diplomacia coerciva americana tem consequências sistémicas significativas:
Erosão da Legitimidade: A aplicação consistente de táticas coercivas pode minar a legitimidade da liderança americana no sistema internacional. O uso excessivo da força e a constante demonstração de “arrogância do poder” podem levar ao isolamento dos Estados Unidos.
Resistência e Contra-balanceamento: Países submetidos à pressão americana tendem a buscar alternativas, como o fortalecimento de laços com a China. Este fenómeno de contra-balanceamento pode reduzir a eficácia da diplomacia coerciva a longo prazo.
Fragmentação do Sistema Internacional: A política externa baseada em coerção contribui para a fragmentação do sistema internacional, criando blocos antagónicos e reduzindo a cooperação multilateral.
Reações Internacionais e Resistência
Críticas de Parceiros e Aliados
Mesmo aliados tradicionais dos Estados Unidos têm criticado as táticas coercivas americanas. O Alto Representante da UE para Política Externa, Jose Borrell, afirmou que embora a UE esteja sob pressão para “escolher lados”, ela não escolherá se juntar aos Estados Unidos contra a China pelos seus próprios interesses e valores.
A China tem sido particularmente vocal nas suas críticas, com o vice-ministro das Relações Exteriores, Xie Feng, afirmando que Washington precisa mudar a sua mentalidade e alterar a “diplomacia coerciva” que pratica. A China caracteriza a diplomacia americana como baseada em “intimidação que faz lembrar a máfia”.
Resistência Regional
Na América Latina, países como México e Colômbia têm resistido às pressões americanas, demonstrando que a diplomacia coerciva nem sempre alcança seus objetivos. O caso colombiano, onde o governo de Gustavo Petro negociou termos diferentes daqueles inicialmente exigidos pelos Estados Unidos, exemplifica como a resistência pode modificar os resultados da coerção.
Análise da Eficácia do Bluff Diplomático
Diferenciação entre Bluff e Ameaça Real
A distinção entre Bluff e ameaça real constitui um elemento crucial da diplomacia coerciva. Cientistas políticos como Seden Akcinaroglu observam que verificar se as ameaças são vazias ou intencionais é “extremamente desafiador”. No entanto, a credibilidade das ameaças é fundamental para a eficácia da estratégia coerciva.
O caso das tarifas brasileiras exemplifica esta dinâmica. Embora Trump tenha anunciado tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, analistas consideram que se trata de um “Bluff político” sem respaldo económico, especialmente considerando que o Brasil mantém deficit comercial com os Estados Unidos.
Limitações do Bluff como Estratégia
O Bluff como estratégia diplomática apresenta limitações importantes:
Erosão da Credibilidade: O uso excessivo de Bluffs pode erodir a credibilidade das ameaças americanas, reduzindo sua eficácia futura.
Custos de Reputação: Bluffs descobertos podem gerar custos reputacionais significativos, prejudicando a posição dos Estados Unidos em negociações futuras.
Escalada Involuntária: A lógica do Bluff pode levar a escaladas não intencionais, especialmente quando lideres se sentem obrigados a cumprir ameaças para manter credibilidade.
Impactos na Ordem Internacional
Desafios ao Multilateralismo
A diplomacia coerciva americana representa um desafio fundamental ao multilateralismo e às instituições internacionais. A tendência americana de impor sanções unilaterais e pressionar países através de meios coercivos mina o papel das organizações internacionais como fóruns para resolução de conflitos.
Fragmentação Geopolítica
A aplicação sistemática de táticas coercivas contribui para a fragmentação geopolítica, criando blocos antagónicos e reduzindo a cooperação internacional. Esta fragmentação pode ter consequências negativas para a estabilidade global e a resolução de desafios transnacionais.
Alternativas Emergentes
O comportamento coercitivo americano tem estimulado o desenvolvimento de alternativas ao sistema internacional liderado pelos Estados Unidos. Iniciativas como o BRICS, a Organização de Cooperação de Xangai e outras organizações regionais podem ser vistas como respostas ao domínio coercitivo americano.
Limitações e Consequências do Modelo Coercitivo
A análise da política externa americana revela que ela é, de fato, substancialmente baseada em estratégias de Bluff e bullying diplomático, conforme sugerido na proposição inicial. Esta abordagem, embora possa gerar resultados de curto prazo, apresenta limitações significativas e consequências negativas para a liderança americana no sistema internacional.
A diplomacia coerciva americana, caracterizada pela utilização sistemática de ameaças económicas, pressão política e intimidação, tem gerado resistência crescente tanto de adversários quanto de aliados. A erosão da legitimidade, a fragmentação do sistema internacional e o desenvolvimento de alternativas ao domínio americano representam custos estratégicos significativos desta abordagem.
As críticas académicas e a experiência histórica sugerem que uma política externa baseada predominantemente em coerção é insustentável a longo prazo. A necessidade de equilibrar hard power com soft power, conforme argumentado por teóricos como Joseph Nye, torna-se cada vez mais evidente diante dos desafios contemporâneos da diplomacia global.
Portanto, a política externa americana pode ser caracterizada como substancialmente baseada em Bluff e bullying, mas esta abordagem enfrenta limitações crescentes e gera consequências contraproducentes para os objetivos estratégicos americanos de longo prazo. A sustentabilidade desta estratégia é questionável diante da crescente resistência internacional e dos custos reputacionais associados ao uso excessivo de táticas coercivas.
WebGrafia – -Títulos e nomes dos sites foram adaptados para o padrão APA.
-
Revista Fórum. (2023, 23 de maio). China acusa EUA de praticar diplomacia coercitiva, hegemônica e intimidadora. Recuperado de https://revistaforum.com.br/global/2023/5/23/china-acusa-eua-de-praticar-diplomacia-coercitiva-hegemnica-intimidadora-136387.html
-
China Radio International. (2023, 15 de maio). Recuperado de https://portuguese.cri.cn/2023/05/15/ARTIqNEtVhh0psipPHhxgIv8230515.shtml
-
DW Brasil. (2024). A teoria do louco e a psicologia do bluff por trás de Trump. Recuperado de https://www.dw.com/pt-br/a-teoria-do-louco-e-a-psicologia-do-Bluff-por-tr%C3%A1s-de-trump/a-71925044
-
IstoÉ Dinheiro. (2024). A teoria do louco e a psicologia do bluff por trás de Trump. Recuperado de https://istoedinheiro.com.br/a-teoria-do-louco-e-a-psicologia-do-Bluff-por-tras-de-trump/
-
BBC News Brasil. (2022). O que é a ‘Teoria do Louco’ que Trump pode estar usando. Recuperado de https://www.bbc.com/portuguese/internacional-60792976
-
Wikipédia. (s.d.). Embargo dos Estados Unidos a Cuba. Recuperado de https://pt.wikipedia.org/wiki/Embargo_dos_Estados_Unidos_a_Cuba
-
Portal Tela. (2025, 25 de maio). Trump adota bullying diplomático e gera tensões com líderes mundiais. Recuperado de https://www.portaltela.com/politica/internacional/2025/05/25/trump-adota-bullying-diplomatico-e-gera-tensoes-com-lideres-mundiais
-
UOL Notícias. (2025, 25 de maio). ‘Valentão’: ‘Bullying na diplomacia’ de Trump pode prejudicar EUA. Recuperado de https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2025/05/25/bullying-na-diplomacia-trump.htm
-
CartaCapital. (2025, 10 de julho). Tarifaço de Trump ao Brasil é blefe político e não tem respaldo econômico. Recuperado de https://www.cartacapital.com.br/mundo/tarifaco-de-trump-ao-brasil-e-Bluff-politico-e-nao-tem-respaldo-economico/
-
G1 Globo. (2025, 8 de abril). Entenda o que pode estar por trás da estratégia do tarifaço de Trump. Recuperado de https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2025/04/08/entenda-o-que-pode-estar-por-tras-da-estrategia-do-tarifaco-de-trump.ghtml
-
Miguel, L. F. (s.d.). A diplomacia do bullying. Recuperado de https://lfmiguel.substack.com/p/a-diplomacia-do-bullying
-
Relações Exteriores. (2024, 1 de abril). Diplomacia do canhão ou diplomacia canhoneira. Recuperado de https://relacoesexteriores.com.br/glossario/diplomacia-do-canhao-ou-diplomacia-canhoneira/
-
Revista Brasileira de Política Internacional. (s.d.). Recuperado de https://www.scielo.br/j/rbpi/a/T8Tc7bBtRGH8mBjP4D4wHsk/
-
BBC News Brasil. (2024). Recuperado de https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz6p2x0w4zwo
-
Estudos Avançados. (s.d.). Recuperado de https://www.scielo.br/j/ea/a/dzLhz3vyZcm3BKsbmssv74J/
-
Xinhua Português. (2025, 12 de abril). Recuperado de https://portuguese.news.cn/20250412/246371239b6a43f4822968198ebd5ede/c.html
-
China Radio International. (2020, 16 de outubro). Recuperado de https://portuguese.cri.cn/news/china/407/20201016/562014.html
-
Brasil de Fato. (2021, 26 de julho). EUA tentam demonizar a China e fazem diplomacia coercitiva, diz Pequim. Recuperado de https://www.brasildefato.com.br/2021/07/26/eua-tentam-demonizar-a-china-e-fazem-diplomacia-coercitiva-diz-pequim/
-
RTP Notícias. (2025, 11 de julho). Franscesca Albanese diz-se alvo de intimidação dos Estados Unidos. Recuperado de https://www.rtp.pt/noticias/mundo/franscesca-albanese-diz-se-alvo-de-intimidacao-dos-estados-unidos_n1668394
-
UOL Notícias – Coluna Jamil Chade. (2025, 27 de janeiro). Trump mostrou suas armas diplomáticas preferidas: bullying e chantagem. Recuperado de https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2025/01/27/trump-mostrou-suas-armas-diplomatica-preferidas-bullying-e-chantagem.htm
-
Vermelho. (2025, 9 de janeiro). O Lebensraum trumpista: bluff ou ameaça real? Recuperado de https://vermelho.org.br/2025/01/09/o-lebensraum-trumpista-Bluff-ou-ameaca-real/
-
Diplomacia Business. (2025). China pede que Estados Unidos cessem imediatamente bloqueio contra Cuba. Recuperado de https://www.diplomaciabusiness.com/china-pede-que-estados-unidos-cessem-imediatamente-bloqueio-contra-cuba/
-
The Intercept Brasil. (2025, 31 de janeiro). Trump, EUA, Brasil: bluff. Recuperado de https://www.intercept.com.br/2025/01/31/trump-eua-brasil-Bluff
-
UNESCO. (s.d.). Dia Internacional contra a Violência e o Bullying na Escola. Recuperado de https://www.unesco.org/pt/days/against-school-violence-and-bullying
-
Canal MyNews. (s.d.). Diplomacia coercitiva dos EUA ameaça a soberania brasileira. Recuperado de https://canalmynews.com.br/brasil/diplomacia-coercitiva-dos-eua-ameaca-a-soberania-brasileira/
-
Repositório Comum RCAAP. (s.d.). Recuperado de https://comum.rcaap.pt/entities/publication/57eef64f-4018-4f7e-bdc9-85d934d6d2cd
-
Amnistia Internacional Portugal. (2017). Manual Stop Bullying AI Portugal. Recuperado de https://www.amnistia.pt/wp-content/uploads/2017/10/Manual_-Stop_Bullying_AI_Portugal.pdf
-
Toolify AI. (s.d.). Diplomacia americana: cooperação vs coerção para a segurança. Recuperado de https://www.toolify.ai/pt/ai-news-pt/diplomacia-americana-cooperao-vs-coero-para-a-segurana-3461171
-
Costa, F. C. (2019). Diplomacia coercitiva: o caso dos EUA. [Trabalho de Conclusão de Curso, Universidade de Brasília]. Recuperado de https://bdm.unb.br/bitstream/10483/24918/1/2019_FernandoChavesCosta_tcc.pdf
-
Xinhua Português. (2025, 25 de março). Recuperado de https://portuguese.news.cn/20250325/4f32905cda2b491e96f51b659036417f/c.html
-
Tim Vieira. (s.d.). Soft power vs hard power. Recuperado de https://timvieira.com/soft-power-vs-hard-power/
-
People’s Daily Online. (2020, 14 de outubro). Recuperado de https://portuguese.people.com.cn/n3/2020/1014/c309814-9768974.html
-
Relações Exteriores. (s.d.). Hard power. Recuperado de https://relacoesexteriores.com.br/glossario/hard-power/
-
Politize!. (s.d.). Soft power e hard power. Recuperado de https://www.politize.com.br/soft-power-hard-power/
-
Wikipédia. (s.d.). Soft power. Recuperado de https://pt.wikipedia.org/wiki/Soft_power
-
Mundo e Turismo. (s.d.). Diplomacia coercitiva. Recuperado de https://mundoeturismo.com.br/tag/diplomacia-coercitiva/
-
Guia do Estudante. (s.d.). Soft power: a estratégia sutil dos países para ganhar poder. Recuperado de https://guiadoestudante.abril.com.br/atualidades/soft-power-a-estrategia-sutil-dos-paises-para-ganhar-poder/
-
Jornal da USP. (s.d.). Soft power é estratégia para países conquistarem poder e prestígio sem o uso da força. Recuperado de https://jornal.usp.br/radio-usp/soft-power-e-estrategia-para-paises-conquistarem-poder-e-prestigio-sem-o-uso-da-forca/
-
Revista Brasileira de Política Internacional. (s.d.). Recuperado de https://www.scielo.br/j/rbpi/a/gQ3VbLrZQfPGVJ7QvZy6xwM/abstract/?lang=en
-
Fernandes, L. (s.d.). Recuperado de https://ipri.unl.pt/images/publicacoes/revista_ri/pdf/r6/RI6_rec01_LFernandes.pdf
-
CNN Portugal. (2025, 11 de julho). Francesca Albanese diz-se alvo de intimidação dos Estados Unidos. Recuperado de https://cnnportugal.iol.pt/francesca-albanese/estados-unidos/francesca-albanese-diz-se-alvo-de-intimidacao-dos-estados-unidos/20250711/6870d44cd34e3f0baea06218
-
Monitor do Oriente. (2025, 3 de abril). Bullying, intimidação e ameaças não serão suficientes para silenciar os críticos nas universidades americanas. Recuperado de https://www.monitordooriente.com/20250403-bullying-intimidacao-e-ameacas-nao-serao-suficientes-para-silenciar-os-criticos-nas-universidades-americanas/
-
Pt.wikipedia.org. (s.d.). Teoria da intimidação. Recuperado de https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_intimida%C3%A7%C3%A3o
-
Monitordooriente.com. (s.d.). Monitordooriente.com. Recuperado de https://www.monitordooriente.com/20250419-do-vietna-a-gaza-quando-a-oposicao-pacifica-a-politica-externa-dos-eua-se-torna-motivo-de-acusacao/
-
Youtube.com. (s.d.). Watch. Recuperado de https://www.youtube.com/watch?v=8PJM4mTO6xI
-
Pt.euronews.com. (s.d.). A política externa de Barack Obama. Recuperado de https://pt.euronews.com/2016/01/13/a-politica-externa-de-barack-obama
-
Boitempoeditorial.com.br. (s.d.). Boitempoeditorial.com.br. Recuperado de https://www.boitempoeditorial.com.br/blog/2025/02/05/o-plano-de-trump-para-gaza-Bluff-ou-cartada-final/
-
Expresso.pt. (s.d.). 2022 11 03 Biden pede a eleitores que se oponham a violência política e a intimidação b51c94b9. Recuperado de https://expresso.pt/internacional/2022-11-03-Biden-pede-a-eleitores-que-se-oponham-a-violencia-politica-e-a-intimidacao-b51c94b9
-
Scielo.br. (s.d.). Scielo.br. Recuperado de https://www.scielo.br/j/rbpi/a/gQ3VbLrZQfPGVJ7QvZy6xwM/
-
Theconversation.com. (s.d.). Uma análise realista e geoeconômica da política externa de Donald Trump para a América Latina 247779. Recuperado de https://theconversation.com/uma-analise-realista-e-geoeconomica-da-politica-externa-de-donald-trump-para-a-america-latina-247779
-
Pt.wikipedia.org. (s.d.). História das relações internacionais dos Estados Unidos. Recuperado de https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_das_rela%C3%A7%C3%B5es_internacionais_dos_Estados_Unidos
-
Expresso.pt. (s.d.). 2020 09 26 Ameaças dos EUA a Portugal por causa da China bullying diplomático denuncia Seixas da Costa. Recuperado de https://expresso.pt/economia/2020-09-26-Ameacas-dos-EUA-a-Portugal-por-causa-da-China-bullying-diplomatico-denuncia-Seixas-da-Costa
-
Racismoambiental.net.br. (s.d.). Racismoambiental.net.br. Recuperado de https://racismoambiental.net.br/2025/07/10/a-diplomacia-do-bullying-por-luis-felipe-miguel/
-
Academia.edu. (s.d.). A marinha norte americana como meio da diplomacia coercitiva. Recuperado de https://www.academia.edu/41551752/A_MARINHA_NORTE_AMERICANA_COMO_MEIO_DA_DIPLOMACIA_COERCITIVA
-
Ihu.unisinos.br. (s.d.). 578376 Trump adotou estilo nos negócios na política dizem analistas. Recuperado de https://www.ihu.unisinos.br/categorias/188-noticias-2018/578376-trump-adotou-estilo-nos-negocios-na-politica-dizem-analistas
-
G1.globo.com. (s.d.). Nobel da paz diplomata renomado e figura controversa quem foi Henry Kissinger. Recuperado de https://g1.globo.com/mundo/noticia/2023/11/30/nobel-da-paz-diplomata-renomado-e-figura-controversa-quem-foi-henry-kissinger.ghtml
-
Revistaopera.operamundi.uol.com.br. (s.d.). Revistaopera.operamundi.uol.com.br. Recuperado de https://revistaopera.operamundi.uol.com.br/2022/08/19/estados-unidos-realizou-quase-400-intervencoes-militares-em-todo-o-mundo/
-
Bbc.com. (s.d.). Cvg175d9w36o. Recuperado de https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg175d9w36o
-
Pt.linkedin.com. (s.d.). Intervenções dos EUA pelo mundo João Lino Santos JLS SO84F. Recuperado de https://pt.linkedin.com/pulse/interven%C3%A7%C3%B5es-dos-eua-pelo-mundo-jo%C3%A3o-lino-santos-jls–so84f
-
Pt.wikipedia.org. (s.d.). Sanções contra o Iraque. Recuperado de https://pt.wikipedia.org/wiki/San%C3%A7%C3%B5es_contra_o_Iraque
-
Bbc.com. (s.d.). Internacional 43438581. Recuperado de https://www.bbc.com/portuguese/internacional-43438581
-
Bdm.unb.br. (s.d.). 2022_JoaoVictorDeSaResende_tcc. Recuperado de https://bdm.unb.br/bitstream/10483/33174/1/2022_JoaoVictorDeSaResende_tcc.pdf
-
Pt.wikipedia.org. (s.d.). Cronologia das operações militares dos Estados Unidos. Recuperado de https://pt.wikipedia.org/wiki/Cronologia_das_opera%C3%A7%C3%B5es_militares_dos_Estados_Unidos
-
Cij.up.pt. (s.d.). 2168. Recuperado de https://cij.up.pt/download-file/2168
-
Bbc.com. (s.d.). 140324 Crimeia Kosovo MS. Recuperado de https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/03/140324_crimeia_kosovo_ms
-
Sicnoticias.pt. (s.d.). 2025 06 18 Vídeo intervenção dos EUA no Irão é uma aposta de alto risco e que vai depender da avaliação de Trump E1559781. Recuperado de https://sicnoticias.pt/especiais/guerra-no-medio-oriente/2025-06-18-video-intervencao-dos-eua-no-irao-e-uma-aposta-de-alto-risco-e-que-vai-depender-da-avaliacao-de-trump-e1559781
-
Ipri.unl.pt. (s.d.). RI_70_art09_BMBCDL. Recuperado de https://ipri.unl.pt/images/publicacoes/revista_ri/pdf/ri70/RI_70_art09_BMBCDL.pdf
-
Cnnbrasil.com.br. (s.d.). Cnnbrasil.com.br. Recuperado de https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/entenda-o-que-as-tropas-dos-eua-estao-fazendo-no-oriente-medio-e-onde-estao/
-
Armyupress.army.mil. (s.d.). Armyupress.army.mil. Recuperado de https://www.armyupress.army.mil/Journals/Edicao-Brasileira/Arquivos/Julho-Dezembro-2022/Duckenfield/
-
Seer.ufrgs.br. (s.d.). 446443. Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/rbea/article/download/99029/58869/446443
-
Pt.wikipedia.org. (s.d.). Envolvimento dos Estados Unidos em mudanças de regime. Recuperado de https://pt.wikipedia.org/wiki/Envolvimento_dos_Estados_Unidos_em_mudan%C3%A7as_de_regime
-
Dspace.bc.uepb.edu.br. (s.d.). PDF Gabrielle Lessa Rangel Travassos. Recuperado de https://dspace.bc.uepb.edu.br/jspui/bitstream/123456789/8970/1/PDF%20-%20Gabrielle%20Lessa%20Rangel%20Travassos.pdf
-
Istoe.com.br. (s.d.). A teoria do louco e a psicologia do bluff por trás de Trump. Recuperado de https://istoe.com.br/a-teoria-do-louco-e-a-psicologia-do-Bluff-por-tras-de-trump
-
Repositorio.ual.pt. (s.d.). Download. Recuperado de https://repositorio.ual.pt/bitstreams/870ae985-22b3-4421-8f39-82465f0c0047/download
-
Foconapolitica.com.br. (s.d.). Foconapolitica.com.br. Recuperado de https://foconapolitica.com.br/a-diplomacia-coercitiva-e-seus-impactos-no-mundo-por-fabiana-ceyhan/
-
Funag.gov.br. (s.d.). Diplomacia presidencial. Recuperado de https://funag.gov.br/loja/download/diplomacia-presidencial.pdf
-
Jornaldenegocios.pt. (s.d.). A necessidade de uma nova política externa nos EUA. Recuperado de https://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/colunistas/jeffrey-d–sachs/detalhe/a-necessidade-de-uma-nova-politica-externa-nos-eua
-
Dspace.bc.uepb.edu.br. (s.d.). 8970. Recuperado de https://dspace.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/123456789/8970
-
Revistas.belasartes.br. (s.d.). 1579. Recuperado de https://revistas.belasartes.br/datavenia/article/download/500/515/1579
-
Scielo.org.mx. (s.d.). Scielo.php. Recuperado de http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1665-85742011000100005
-
Fronteirasdigitais.com. (s.d.). Fronteirasdigitais.com. Recuperado de https://fronteirasdigitais.com/os-10-tipos-de-diplomacia/
-
Pt.linkedin.com. (s.d.). Padula Carlos Eduardo 2098a313 tarifaço novarotadaseda China activity 7318796554893516800 MCQE. Recuperado de https://pt.linkedin.com/posts/padula-carlos-eduardo-2098a313_tarifa%C3%A7o-novarotadaseda-china-activity-7318796554893516800-MCQE
-
Ipri.unl.pt. (s.d.). RI55_art02_LV.PDF. Recuperado de https://ipri.unl.pt/images/publicacoes/revista_ri/pdf/ri55/RI55_art02_LV.PDF
-
Sapientia.pucsp.br. (s.d.). TCC A diplomacia do bumerangue e o lobby tr Augusto Leal Rinaldi. Recuperado de https://www.sapientia.pucsp.br/bitstream/handle/43360/1/TCC%20-%20A%20diplomacia%20do%20bumerangue%20e%20o%20lobby%20tr_Augusto%20Leal%20Rinaldi.pdf
-
Revistas.unipar.br. (s.d.). 13449. Recuperado de https://revistas.unipar.br/index.php/akropolis/article/download/4278/2657/13449
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.







