Rui Marote
Mau grado as lavagens que o município realiza por diversas ruas do Funchal, há zonas de calçada portuguesa que se encontram completamente encardidas, de tal modo que a sujidade já cria uma crosta.
A objectiva do repórter fotográfico do FN esteve hoje apontada para a calçada portuguesa no centro do Funchal. Varrer o chão não chega, em certas áreas. Recordamos o ex-vereador Raimundo Quintal, que assistia pessoalmente durante a noite a essa limpeza com vassouras, detergentes e mangueiradas de água com pressão. O Funchal era esfregado de cima abaixo.
Dizem alguns que os produtos químicos são prejudiciais e desagregam as pedras. Enfim, cada cabeça sua sentença, mas não temos de viver no meio da sujidade.
As esplanadas junto a Sé chegam a enojar pelo encardido do piso. As pedras ficam com cor de carvão.
Não aparenta ser exercida fiscalização, ou colaboração na limpeza, apesar de ostentarmos os galardões de Melhor Ilha do Mundo. Ninguém colabora e os proprietários dos estabelecimentos limitam-se a colocar cadeiras e mesas na via pública e ficar com essa concessão, sem cultivar hábitos de higiene.
Há, porém, excepções. Um hotel exibe (ver foto acima) o chão impecável, onde o basalto e o calcário é lavado todos os dias. Parabéns. Não sendo peritos em acções de limpeza, sugerimos no entanto lavar as ruas com máquinas de alta pressão a quente não esquecendo exercitar a vassoura, pois no Verão a sujidade salta à vista, já que não há chuva para ajudar a lavar.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.











