Rui Marote
O Funchal Notícias esteve esta manhã no Mercado dos Lavradores e assistiu a uma visita turística à Praça do Peixe. Ficámos surpreendidos ao vermos o chefe de cozinha executivo de uma unidade hoteleira junto a uma banca falando a língua de Shakespeare e dando uma lição de ictiologia.
Não resistimos em fotografar este serviço de cinco estrelas, quando os turistas escolhiam o peixe que iriam almoçar. A variedade de espécies na banca era enorme: garoupas, bodião, pargo, peixe carneiro, cavalas… Os escolhidos eram postos de parte. O vendedor limpava e colocava numa caixa térmica uns em filete e outros para grelhar. Uma carrinha do hotel no exterior aguardava o regresso.
Serviço inédito da Quinta da Casa Branca e do seu chefe de cozinha executivo, o madeirense Carlos Magno, um defensor dos produtos regionais de alta qualidade.
É costume noutros países, especialmente orientais, os clientes escolherem o peixe ou mariscos, que são recolhidos pelos próprios através de um peneiro e colocado em sacos transparentes. Escolhem as batatas e as saladas e dirigem -se a uma caixa para efectuar o pagamento e por fim manifestam como desejam que sejam confecionados. Os produtos são levados para uma cozinha ao ar livre onde cozinheiros aguardam. Por último os clientes aguardam numa sala ao lado pela refeição que determinaram. A tudo isto assistimos na Tailândia, no decurso de uma das nossas viagens.
O processo madeirense é um pouco mais complicado, mas segue a mesma busca pela frescura e qualidade. Afinal a Madeira ainda oferece qualidade quando as unidades hoteleiras sabem inovar.
Ao chefe Carlos Magno os nossos parabéns: são estes chefes de cozinha com experiências da gastronomia mundial, onde já trabalharam, que regressam à ilha para inovar a forma como se serve e suscitar o interesse do visitante.
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