Élvio Sousa, secretário-geral do JPP, afirma num texto divulgado que um cidadão lhe disse, em Machico, “aquando da visita ao esplendoroso Mercado Quinhentista”, que o único partido verdadeiramente autonomista era o JPP.
“Confrontado a questionar o porquê dessa afirmação, o cidadão referia que a bandeira da Madeira é uma marca inequívoca do JPP, e que não se resumia ao nascimento de Gaula-Santa Cruz, mas ao diretório que está totalmente implantado na Madeira”, diz o responsável político.
“Enquanto a escolhas centralistas do Governo da República anulam a influência regional na composição do Governo, com o habitual agachamento dos subalternos regionais e das direcções de informação dos diários da propaganda, o JPP assume e lidera a presença autonómica na República”, garante Élvio Sousa.
“Todo o projecto foi pensado ao detalhe. A Autonomia não é pertença dos queques, dos eruditos das “mesas de café grã-finos”; nem tão pouco daqueles deputados da República que têm de mostrar primeiro o guião à central de comando em São Bento, para depois se autoproclamarem livres e madeirenses”, sentencia.
O líder do JPP afirma que o partido continua a recrutar quadros da sociedade para fortalecer o projecto cívico-partidário do Juntos pelo Povo. Com tranquilidade e com serenidade.
“Resolvida que está a liderança de Santa Cruz, com indisfarçável invejidade do principal órgão de propaganda do PSD – o Diário do Grupo Sousa – investiremos no Funchal, que será a nossa essencial prioridade. Para a história ficará o tratado de paz Vila-Caniço de Baixo-para-a Cidade”, afirma.
“Uma palavra de estímulo e de amizade à Élia, ao Paulo e ao Milton. Juntos, somos mais fortes. O slogan é nosso”, insiste.
“Para todos aqueles que falaram de ausência de quadros, repetindo religiosamente o guião do PSD dos “renovadinhos”; nomes como França Gomes, Mário Gouveia, Alberto João Jardim entre outros, um conselho de amigo: têm que ter consciência de que existe uma estratégia, um plano, um grupo de homens e de mulheres e um timing reflectido, pensado, tranquilo e sereno. Quando falam demasiado cedo, repetindo a cartilha dos outros, depois têm de emendar a “língua” É a vida!”, ironiza Élvio Sousa.
“Há um dado curioso que assisto e que nem é inteligente por parte dos interlocutores. Os comentadores a soldo, com especial simpatia pelo PSD, têm um guião preconcebido e delineado em termos de comunicação. Para manter os actos governativos incólumes, criticam abundantemente os actos da oposição. Até parece que o céu está do lado do Governo PSD-CDS, e o inferno do lado da oposição”, aponta.
“Leiam mais os tratados de tolerância ou a Bíblia. Sobretudo os que andaram pelo Seminário ou foram “investidos” como padres pelo norte da ilha”, recomenda Élvio Sousa, a terminar.
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