PS quer mitigar a pobreza na região e dar mais apoios de saúde aos idosos

O PS apresentou hoje um projeto de resolução intitulado “Aprofundamento do Estudo da Pobreza na Região”. O estudo, pedido pelo Governo Regional à Rede Europeia Anti-Pobreza, foi realizado em 2023 e 2024.

“O PS defenderá sempre a transparência dos dados e o conhecimento mais aprofundado da realidade”, garantiu Isabel Garcês.

A deputada alertou para os dados do estudo que apontam para o “surgimento de nos perfis de pobreza e exclusão social” que devem ser estudados, como os idosos, crianças e famílias monoparentais serem grupos cada vez mais em risco.

Marta Freitas recomenda ao Governo Regional que “proceda à definição das condições necessárias à atribuição dos benefícios adicionais de saúde para os beneficiários do complemento solidário para idosos”. Deu como exemplo um idoso que paga entre 40 a 50 euros em medicamentos, que poderia beneficiar de um apoio anual de cerca de 600 euros, referindo ainda os óculos graduados que o podem custar 200 euros e que teriam um apoio de 75%.

A deputada reconhece que há apoios da Segurança Social mas que estes são muito mais complexos e que obrigam ao pagamento integral e, depois de um processo burocrático, o pagamento de um apoio. Assim, o que o PS pretende é que seja aplicado o modelo de apoio em vigor no resto do país desde 2007, que atribui este apoio de imediato, um facto também realçado por Lina Pereira, do JPP.

Por sua vez, Cláudia Peresterelo, do PSD, rematou que “encaramos o problema de frente, sabemos que há cidadãos em risco, mas não agitamos a bandeira da pobreza. Equidade e justiça fazem parte do ideário social-democrata”, e garantiu que a estratégia regional “está em curso” com políticas públicas de inclusão social.


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