RIR alerta para problemas dos pensionistas e reformados

O partido RIR Madeira andou pela baixa funchalense em campanha e reafirma o seu compromisso “com a justiça social e com a defesa dos direitos dos mais vulneráveis”. Em especial, aborda a situação crítica vivida por muitos reformados na RAM, os quais sobrevivem com pensões mínimas manifestamente insuficientes para fazer face ao custo de vida actual.

“A maioria dos nossos idosos, depois de uma vida inteira de trabalho, vê-se obrigada a escolher entre pagar a medicação, a renda ou os bens essenciais. Esta realidade é inadmissível numa sociedade que se pretende justa, solidária e desenvolvida”, defende o RIR.

O partido preconiza, pois, um aumento urgente das reformas mínimas para valores que garantam:
• A cobertura das necessidades básicas de alimentação, saúde, habitação e
transporte;
• A redução da dependência económica de filhos, instituições ou redes de
solidariedade social;
• A valorização da dignidade humana de quem construiu o nosso presente
com o esforço de toda uma vida.

“O Estado tem a responsabilidade moral e constitucional de assegurar condições
mínimas de bem-estar a todos os cidadãos, especialmente aos que já contribuíram
ativamente para a sociedade. Não podemos continuar a aceitar que, em pleno
século XXI, existam idosos a viver em condições de pobreza extrema ou isolamento”, postula esta estrutura política.

O RIR Madeira propõe, assim:

• Um aumento faseado, mas sustentado das pensões mínimas, com prioridade
aos reformados que vivem abaixo do limiar da pobreza;
• A actualização regular do valor das reformas com base na inflação e no custo
real de vida na região;
• O reforço dos apoios complementares como comparticipação em
medicamentos, isenção de taxas moderadoras e acesso facilitado a habitação
e transportes.

“A dignidade não tem preço. E a reforma não pode ser uma sentença de pobreza”, refere o RIR, que promete continuar a lutar pelos interesses de reformados e pensionistas.


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