25 de Abril: obras não pararam no centro do Funchal

Rui Marote
As obras no Centro do Funchal e Marina não “comemoraram” os 51 anos de Revolução. O feriado foi um dia normal para os trabalhadores da construção civil. Na Rua do Aljube procedeu-se ao carregamento de entulho  e trabalhos de assentamento de cantaria no edifício junto à Zara.
Alguns metros à frente, o ex-edifício da Fidelidade, adquirido por empresário madeirense para alojamento local, a loja ex-Levis e recentemente sapataria, entrou em obras e abrirá brevemente, pela mão de empresários chineses do Bazar do Povo. Cada vez mais o centro do Funchal passa a ser uma Chinatown. É como uma pescadinha de rabo na boca: o edifício da Fidelidade estava nas mãos dos asiáticos, que são os proprietários da maioria das seguradoras instaladas em Portugal. Os chineses voltam a instalar-se no edifício adquirido por madeirenses.
No Largo do Chafariz segue-se o exemplo da rua do Aljube: s trabalhadores disseram presente e as obras que estão a decorrer  no ex-edifício da Farmácia do Chafariz não paralisou. Adquirido por emigrantes madeirenses para alojamento local e que  foi Farmácia, escritórios do sindicato de seguros, escritório de advogado, loja de móveis, habitação, também propriedade da Fidelidade (grupo chinês) está agora nas nas mãos de emigrantes madeirenses.
Os novos proprietários  são os donos no mesmo Largo  do edifício-esquina com a rua dos Ferreiros, a residencial Americana, hoje alojamento local, onde funcionou a Casa Espirito Santo mais tarde Charles e hoje Alpercatas.
Na Marina do Funchal os trabalhadores da Tecnovia recuperam o tempo perdido e as obras não paralisaram. Os cravos ficaram adiados para o Dia do Trabalhador a 1 de Maio…

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