Engarrafamento monumental na cidade com o aproximar da “Festa”

Rui Marote
Na manhã e tarde que precedem a famosa “Noite do Mercado” toda a gente parece ter querido visitar o centro do Funchal, tendo gerado um engarrafamento que mais parecia um “arrastão” realmente caótico.
Na cosmopolita Singapura asiática, homónima da chamada “Singapura do Atlântico”, estas imagens, mesmo em alturas de festa, já há muito que foram banidas do quotidiano dos cidadãos. Não faltam regras para cumprir: beber em locais públicos causa multas de 500 dólares. Fumar e deitar beatas para o chão ou cinza é igual, as pessoas têm de estar munidas de um cinzeiro. É proibido entrar no país com chicletes, e proibida a sua venda.
Falando de trânsito: circular no centro da cidade de automóvel obriga a pagar-se grandes quantias, e mexe nos bolsos das pessoas. Mas as mesmas têm alternativas como metro, autocarros e táxis.
Já na “Singapura do Atlântico” não há rei nem roque e ninguém respeita ninguém.
Esta manhã assistimos a um autêntico “arrastão”: todas as entradas e saídas da cidade estavam bloqueadas. As imagens que ilustram este apontamento são elucidativas.
Em certos locais a polícia deu uma ajuda, mas com os semáforos sempre activos a complicar o auxilío das forças policiais.
Os autocarros sofreram atrasos, ficando paralisados no meio do engarrafamento à mistura com os autocarros de turismo. Os fluxos de trânsito na cidade têm de ser necessariamente pensados. Talvez o tema venha a fazer parte no próximo ano do manifesto dos partidos nas próximas eleições autárquicas.
Mas ninguém levou a mal, afinal é Natal e todos querem entrar com o carro quase pelas portas dos estabelecimentos comerciais dentro e abandonar os carros aqui e ali sem mais preocupações.

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