
O PS-Madeira veio reafirmar a sua determinação em “devolver estabilidade e progresso à Região Autónoma da Madeira”. Após a reunião com o Representante da República na Madeira, esta quinta-feira, 19 de Dezembro, Paulo Cafôfo destacou a urgência de uma mudança política para resolver os problemas que se acumularam devido à alegada má gestão do PSD.
Durante esta reunião, o PS-M apresentou-se como “alternativa sólida e preparada para liderar a Região, comprometendo-se a inaugurar um novo tempo de estabilidade e progresso”.
Apelando para a convocação de eleições antecipadas, o PS-Madeira sublinha o papel decisivo dos cidadãos madeirenses. “Nós estamos preparados para governar, preparados para ser a esperança da região e dos madeirenses. O poder está mesmo nas pessoas! É preciso dar força ao PS para garantirmos uma mudança política na região, sem revolução, mas com uma evolução. Queremos resolver os problemas que o PSD não conseguiu resolver durante 50 anos, num novo quadro, com outras condições, ambição, dinâmica e força”, afirmou.
O líder socialista frisou que a ausência de um acordo formal entre os partidos que sustentaram o Governo foi determinante para a sua instabilidade. “Faltou um seguro de vida a este Governo. Nem um documento escrito houve”, disse, evidenciando a fragilidade da liderança de Miguel Albuquerque e a falta de responsabilidade política dos partidos envolvidos.
“Esta crise não se iniciou hoje. Iniciou-se mesmo quando Miguel Albuquerque foi indigitado como Presidente do Governo. Não podemos ter memória curta!”, afirmou.
Paulo Cafôfo não poupou críticas à gestão do PSD, sublinhando os impactos negativos na vida dos madeirenses. “Queixam-se do orçamento, mas o orçamento não é culpado. Por exemplo, as casas de saúde mental estão há mais de quatro meses sem receber os pagamentos protocolados, colocando em risco a saúde dos utentes e a estabilidade das instituições. Também a farmácia do hospital enfrenta dificuldades, com falta de medicamentos, afectando até doentes oncológicos. Isto não tem a ver com o orçamento, mas com incompetência”, diz Cafôfo.
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