Estepilha! O mistério da marina e o “jogo” dos quadrados da Tecnovia

Rui Marote

Regressamos a 2020: ver o fogo num quadrado em plena Covid 19, decretou, então, o Governo Regional.  Recordamos, na altura, a expressão “ver Braga por um canudo”. Significa não alcançar o que se deseja,  querer algo e não o conseguir , ver frustradas as expetativas, ficar logrado, enganado ou ludibriado.

A Marina do Funchal, que era para ser inaugurada no final deste mês, continua envolvida num mistério, que só o “José do Egipto” poderá desvendar este enigma.

Estepilha!  A Tecnovia continua no jogo dos quadrados, pavimentando, de dois em dois dias ,o chão de toda área de acesso à restauração. Em duas horas, o chão recebe o betão preenchendo dois quadrados da extensão, que já completou 50% da área para que este puzzle chegue ao fim. O povo estava à espera deste presente de Natal, que não tem data prevista para ser inaugurado.

É, pois, uma quadratura do círculo e esperamos que o problema tenha solução, à semelhança do teorema de de Pitágoras de Siracusa , para outra figura geométrica,  o triângulo recto : o quadrado da hipotenusa é igual à soma do quadrado dos catetos. Estepilha!

Ficamos com as imagens  de dezembro de 2020  e com as de hoje, na Marina do Funchal.


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