O PAN Madeira voltou a apelar à adopção de medidas concretas e imediatas para combater as alterações climáticas, perante os “impactos devastadores que se fazem sentir, tanto a nível global como na Região Autónoma da Madeira”.
“O aumento da frequência de fenómenos meteorológicos extremos, como ondas de calor e chuvas intensas, não pode mais ser ignorado, e é essencial que os nossos governantes coloquem a protecção do ambiente no topo da agenda política”, diz uma nota deste partido.
O Pessoas/Animais/Natureza defende a implementação de uma estratégia regional de mitigação e adaptação às alterações climáticas, que inclua não só a redução das emissões de gases com efeito de estufa, mas também medidas de protecção do património natural, como a reflorestação de áreas afectadas por incêndios e a preservação da biodiversidade.
“É imperativo que a Madeira se posicione como uma região pioneira na luta contra as alterações climáticas. Não podemos continuar a ignorar os sinais evidentes do colapso ambiental. Temos uma responsabilidade ética e moral de assegurar que as gerações futuras possam viver num planeta saudável e sustentável,” afirmou Válter Ramos, vice porta-voz do PAN Madeira.
“O governo regional tem de priorizar políticas que protejam o ambiente, incluindo a descarbonização da economia e continuar a investir em energias renováveis.”
O PAN Madeira preconiza a importância de uma transição justa, que não deixe para trás as pessoas mais vulneráveis e que “promova a criação de emprego verde, aliado a uma economia sustentável. Só através de um compromisso firme com a protecção do planeta será possível assegurar um futuro melhor para todos”, diz.
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