Música antiga no Funchal entre 16 e 19 de Outubro

O Salão Nobre da Câmara Municipal do Funchal serviu hoje de palco à apresentação da 5ª edição do MusAntiqFest 2024, que se realizará no Teatro Municipal Baltazar Dias, entre 16 e 19 de Outubro.

Na apresentação, Cristina Pedra assegurou de que a autarquia continuará a apoiar este evento salientando ainda a diversidade impressionante e de  grande qualidade do evento, para a música antiga.

A presidente da CMF frisou ainda a importância do MusAntiqFest pelo papel que tem na preservação da “História e de estarmos ligados à cultura e aos nossos ancestrais”, apontando ainda que houve um aumento no apoio dado, já que passou de 7000 para 75000, praticamente mais 8% face à edição anterior, sublinhou.

A edil mencionou ainda o trabalho, de dinamização cultural, na Madeira,  que tem sido efectuado pela AOCM (Associação Orquestra Clássica da Madeira), instituição de utilidade pública.

Sobre a programação:

. No dia 16 de O_utubro, às 19h, o Festival começa com a Animação de Rua com o Teatro do Bolo do Caco. Às 20h30, no Salão Nobre do Teatro Baltazar Dias, o público poderá assistir ao duo de flauta de bisel e cravo com Pedro Couto Soares e Ana Mafalda Castro. Sob o título “A Sonata nos séculos XVII e XVIII”, o concerto explorará obras deste período, executadas por dois artistas de renome no panorama da música antiga.

. O festival prossegue no dia 17 de Outubro, às 20h30, com Emma-Lisa Roux, alaudista que se destaca pela sua interpretação de repertório dos séculos XV a XVII. Com formação na Schola Cantorum Basiliensis, Emma-Lisa tem actuado como solista e com renomados grupos de música antiga pela Europa, e apresentará um programa dedicado à música renascentista.

. No dia 18 de Outubro, também às 20h30, será a vez do grupo Trovas D’Amigo, especializado na execução de música medieval, com especial enfoque na lírica galaico-portuguesa. O grupo, que utiliza instrumentos historicamente informados, oferece uma interpretação única das Cantigas de Santa Maria e das Cantigas de Amigo, textos que remontam aos séculos X a XIV, e que evocam a riqueza cultural e musical da Idade Média na Península Ibérica, refere comunicado da CMF.


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