Teatro Municipal mostra que os heróis envelhecem mas não perdem os seus poderes


Num mundo dominado pela frieza da tecnologia e do individualismo, até parece não haver espaço para atos grandiosos dos mais velhos ou para a afirmação do talento genuíno, numa lógica também inclusiva. O encenador e presidente da Associação “Olho-te”, Hugo Castro Andrade,  quer demonstrar que há heróis mesmo numa idade mais avançada e, por isso, levou ao palco do Teatro Municipal Baltasar Dias, na passada quarta feira, um grupo de apaixonados e aventureiros pelo teatro, alunos da Oficina de Teatro da Universidade Sénior do Funchal, que subiram ao palco para mostrar que é possível o heroísmo nas artes dramáticas, num encontro intergeracional muito válido e criativo, com tantos a superarem-se nas suas capacidades para dar espetáculo. De facto, corroborando a essência da mensagem da dramatização “Os heróis não existem … existem!” , fica claro que os heróis envelhecem, mas jamais perdem os seus poderes.

Este trabalho que foi fortemente aplaudido, no Teatro Municipal Baltasar Dias e está integrado no I Encontro Internacional de Teatro, Comunidade e Artes Participativas, a partir do texto de Marco X Desvio, com os alunos da Universidade Sénior do Funchal e a participação dos jovens Maty Sousa e Henrique.

O FN divulga a ficha técnica:

Encenação e direção: Hugo Castro Andrade
Coro : Alunos da Oficina de teatro da Universidade Sénior do Funchal
Mulher Maravilha : Maty Sousa
Mercúrio ou Téspis ou outra espécie de herói: Henrique Freitas
Figurinos: Hugo Castro Andrade e Elizabete Andrade
Costureira: Elizabete Andrade e coletivo ( grupo de alunos)
Adereços : Hugo Castro Andrade e coletivo ( grupo de alunos
Luz e som : equipa técnica Teatro Municipal Baltazar Dias
Multimédia e Cartaz: Eduardo Costa Produções Audiovisuais


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