
Depois de ouvidos no Palácio da Justiça, os arguidos no processo movido recentemente pela Polícia Judiciária e que gerou vários detidos na Madeira, por alegadas participação económica em negócio, recebimento indevido de vantagem e financiamentos partidários irregulares saíram em liberdade, nenhum deles tendo ficado detido.
O presidente da Câmara Municipal da Calheta, Carlos Teles, o ex-secretário regional da Agricultura, Humberto Vasconcelos, o presidente do IASAÚDE, Bruno Freitas, o antigo director regional da Agricultura, Paulo Santos, os empresários Humberto Drumond e Miguel Nóbrega, da Dupla DP, e os funcionários públicos Cecília Aguiar e Daniela Rodrigues não ficaram em prisão preventiva. O Ministério Público também só pedira mesmo a prisão preventiva para um dos empresários detidos. Mas nem isso se verificou.
A juíza Susana Mão de Ferro terá optado por medidas menos gravosas, talvez de termo de identidade e residência, depois de os arguidos terem estado no Tribunal o dia todo.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.




