Praça do Povo em “overbooking” com eventos e mais eventos

Rui Marote
A APRAM tem a agenda cheia na Praça do Povo. Monta e desmonta evento atrás de evento. Há quem faça reserva de um ano para o outro.
A falta de um pavilhão multiusos faz-se sentir e reflecte-se nesta que é uma das principais praças da baixa. O dito pavilhão esteve previsto nos governos de Alberto João Jardim, nos terrenos junto ao Tecnopólo, mas não passou do papel.
Mas as infraestruturas desportivas foram beneficiadas em todos os concelhos. Noutros tempos é que era comum trazer o desporto para as ruas, mas por outras razões. Recordamos  quando o União  treinava nos jardins da Avenida, e o Nacional no Parque de Santa Catarina.
Chegou-se a praticar basquetebol na praça do peixe do Mercado dos Lavradores, por iniciativa do prof. Fernando Ferreira. Hoje os pavilhões e as piscinas estão encerrados e o desporto vem par a rua.
Assim acontece então novamente nos dias de hoje. Tem o seu lado positivo. O lado negativo é que a Praça do Povo está cada vez mais  “escaqueirada” e quando por lá passamos  os nossos pés parecem carregar nas teclas de um piano, com os ladrilhos soltos emitindo sons…

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