Orçamento aprovado na generalidade mas “não existem orçamentos mágicos” diz Miguel Albuquerque

 

Miguel Albuquerque afirmou hoje, no contexto da discussão sobre o Orçamento regional na Assembleia, que a Madeira está com crescimento económico pós pandemia acima da média nacional e da média europeia há cerca de 37 meses.

Quanto à questão da empregabilidade, afirmou que a Madeira atingiu os maiores números nesta área nos últimos anos. Em 2015, a taxa de desemprego era 15,7%, e a taxa de custo de trabalho aumentou 10,5% na Madeira, e  é superior à média nacional de 6,2%. “Temos crescimento económico, temos emprego”, vincou.

Falou ainda da inflação, afirmando que caminha para a taxa de referência de 2% e que o governo está a tentar controlar este problema, estando “a caminho da normalidade”, sendo que  “a região tem continuado a fazer um percurso de sustentabilidade”

Destacou também as duas obras  “cruciais” que estão a ser realizadas no âmbito da saúde, como o novo hospital da região e a nova unidade de saúde do Porto Santo.

Enfatizou que o aumento dos rendimentos e do emprego, o controlo da taxa de inflação, a sustentabilidade orçamental e a redução fiscal são os “pilares” do Orçamento da Madeira para 2024.

Além disso, respondeu às propostas de Paulo Cafôfo, ao explicar que se o Governo seguisse essas medidas com o seu orçamento, ficaria sem dinheiro para outras áreas e em maior dívida.

“Temos de ter sentido de responsabilidade (…) Toda a gente quer reduzir os impostos mas tudo isto tem de ser feito com sentido (…) Não existem orçamentos mágicos”, concluiu.

As propostas do Orçamento da Região Autónoma da Madeira para 2024 e do Plano e Programa de investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Região Autónoma da Madeira (PIDDAR) foram, assim, aprovadas na generalidade no Parlamento regional.


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