
Élvio Sousa, do JPP, publicou uma mensagem vídeo nas redes sociais do partido, justificando a opção de estabelecer um acordo com o PS de Paulo Cafôfo com a “responsabilidade” de “apresentar uma alternativa”.
Começando por afirmar que estará, oportuna e diariamente, a dar conta de eventuais evoluções na situação, o dirigente e candidato do JPP refere que “como terceira força política, e como partido que mais cresceu e também com um programa de governo, nós temos a responsabilidade de apresentar um solução, apresentar uma alternativa, com responsabilidade”.
O objectivo, diz, é garantir as reformas de que o partido falou, “melhor saúde, trazer o ferry, reduzir o custo de vida, dar mais rendimento aos agricultores, é importante criar uma alternativa de governo”.
“Nós não fizemos nenhuma coligação com o Partido Socialista”, asseverou, embora tudo indique o contrário. Nem com nenhum outro partido. Na sua interpretação, o que o “Juntos pelo Povo” fez, foi querer “liderar um outro projecto, uma outra solução para mudar definitivamente e retirar o PSD dos destinos da Madeira”.
“Nós não nos vendemos, não nos subjugamos a ninguém”, garantiu.
Élvio Sousa acusou ainda alguns órgãos de comunicação social, “que dependem de grupos e monopólios”, de estarem “enervados” com uma solução diferente daquela que o PSD apresenta, que é um governo minoritário (…) Eles estão com medo da nossa solução”.
“Toda a audácia comporta riscos (…) mas não ficaria satisfeito com a minha consciência se não vos apresentasse uma solução, apelando a todos os outros partidos que sejam conscientes e que possamos mudar os destinos da Madeira”.
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