Uma informação da Secretaria Regional de Inclusão e Juventude afirma que só recuando a Agosto de 2005 se podem encontrar indicadores de desemprego registado tão baixos na Madeira.
“São dados positivos sobre a Região, publicados hoje pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e que voltam a colocar a Madeira como a Região que mais baixou o desemprego registado face ao período homólogo. São cerca de menos dois mil desempregados (1 933) desde Abril de 2023. Todas as outras regiões registam aumentos homólogos, resultando num crescimento do desemprego de 7,8% para a média nacional”, assevera a SRIJ.
Feitas as contas, estavam registados no Instituto de Emprego da Madeira (IEM), no final de Abril 7.092 desempregados, representando ainda uma redução de 5,9% face ao mês anterior (menos 444 inscritos).
Ainda face ao mês anterior, destaque para o aumento das ofertas de emprego (mais 32,9%) redução do desemprego jovem (menos 4.9%), e diminuição do desemprego de longa duração de 4,4%.
“Estes dados indicam uma tendência positiva na redução do desemprego na nossa Região, com melhorias significativas em vários sectores e grupos demográficos. Uma vez mais, os indicadores publicados, esta terça-feira, acompanham a evolução positiva da economia regional e refletem o trajecto ascendente que a região tem tido nos últimos anos”, afirma Ana Sousa, secretária regional com a tutela do Emprego.
No passado dia 8 de Maio, segundo dados publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e a Direcção Regional de Estatística da Madeira (DREM), referentes ao primeiro trimestre de 2024, a Região Autónoma da Madeira atingiu novo máximo histórico de população empregada (134,1 mil pessoas inseridas no mercado de trabalho) e voltava, assim, a registar a taxa de desemprego mais baixa do país, fixando-se nos 6.1%.
Calculada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de desemprego é sempre relativa aos trimestres, enquanto que o desemprego registado é calculado, mensalmente, pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e refere-se ao número de desempregados inscritos nos Centros de Emprego do país, conclui a nota governamental enviada à nossa Redacção.
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