O PAN-Madeira diz-se preocupado com o “fluxo extraordinário e por vezes perigoso” de turistas nos percursos da Madeira, mostrando-se preocupado com a crescente onda de incidentes que têm ocorrido com cidadãos estrangeiros.
E pede, portanto, um leque de soluções e medidas para o turismo, entre as quais a urgência na requalificação, homologação e publicitação de novos percursos recomendados, “criando novas polaridades seguras que permitam diluir o tráfego e afluência de caminhantes nos actuais percursos sobrelotados”.
O partido entende, então, numa região com inúmeras levadas e veredas para além dos atuais PRS e que “estão em avançado estado de degradação” que seria útil e benéfico, para turistas e residentes, aliado a uma campanha de sensibilização agressiva junto das redes sociais e players do turismo, a diversificação dos percursos, aliando a limpeza de infestantes, a “diluição de caminhantes” e abertura segura e regulamentada de novas caminhadas.
Face ainda às recentes intenções das autarquias acederem aos fundos que determinados PRs e pontos turísticos auferem, o PAN pede sentido de responsabilidade e visão estrutural, uma vez que os encargos e manutenção com, por exemplo, a vereda da Ponta de São Lourenço, são do IFCN.
As valências naturais da região são de todos os madeirenses e porto-santenses e, como tal, toda a região deve beneficiar da taxa cobrada que deveria, à partida, ser regional.
Desde as últimas eleições de Setembro que esta força política defende este tipo de medidas no seu Plano contra os efeitos nefastos da massificação do turismo.
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