
Numa semana que será marcada pela tomada de posição de Belém e pelo rescaldo da atualidade partidária, o JPP emitiu uma nota de imprensa onde julga ser relevante questionar: “Miguel Albuquerque já requereu o levantamento da imunidade, tal como havíamos sugerido?”
Segundo o comunicado “as ações e as atitudes de desprendimento do materialismo protecionista, sobretudo nesta semana de reflexão pascal, são manifestamente essenciais à ética republicana e aos valores democráticos”.
Neste capítulo, questiona-se se Albuquerque, independentemente da sua situação de arguido, já requereu ou ainda vai requerer o levantamento da sua imunidade?
Diz o JPP que “Quem não deve não teme!” e recorda que “as famílias e as empresas madeirenses encontram-se numa situação de instabilidade e de dificuldades mediante a irresponsabilidade do PSD e do CDS em terem recusado discutir prioritariamente o Orçamento Regional para 2024, adiando a resolução dos problemas aos madeirenses. Ter colocado à frente os interesses partidários, e de um pequeno grupo que vive à custa da manjedoura do Orçamento Regional, em detrimento dos interesses da Madeira não pode ser esquecido e muito menos responsabilizado com afinco!”
Segundo o partido de Élvio Sousa, “a situação de desnorte de Albuquerque é tão caricata que na última semana veio imputar, em entrevista à RTP, responsabilidades ao JPP por ter apresentado uma moção de censura, o que é manifestamente uma mentira descarada. Obviamente que, como partido regional, autonómico e na defesa dos interesses dos madeirenses, o JPP foi coerente e defendeu a aprovação do Orçamento, e não a apresentação de joguetes de secretaria”.
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