“Ao contrário do que afirma o JPP e o seu líder parlamentar, mais uma vez falsamente, na sua habitual deriva populista e demagógica, a Câmara Municipal do Funchal não esconde, nem tem qualquer motivo para esconder seja o que for, muito menos viagens de trabalho e respetivos custos, que só para quem pretende manipular a opinião pública pode considerar de «luxuosas», como se este tipo de viagens não estivessem obrigadas a um apertado conjunto de regras, decorrente da lei em vigor, seja nesta ou em qualquer outra autarquia”.
É assim que reage a autarquia em nota de imprensa.
Ademais, lembra a CMF, este assunto já foi mais do que publicamente explicado pela Câmara Municipal do Funchal.
Ainda assim, o Gabinete de Apoio à Presidência da CMF esclarece que os “papelinhos” que o JPP pede, referem-se a viagens desde 2018 (!), abrangendo 2 executivos – inclusivamente o da coligação de que fizeram parte – e mais de um milhar de papéis, que terão de obedecer às regras do Regime Geral de Proteção de Dados.
No seu devido tempo, vão receber a documentação solicitada. A Câmara do Funchal reitera que não tem nada para esconder.
Ainda assim, de forma a que não restem dúvidas na opinião pública, desde outubro de 2021 até hoje, a presidência e vereação da CMF apenas gastou 45 mil, 62 euros e 4 cêntimos em viagens. Um valor muito, mas muitíssimo abaixo do que acusa o JPP, que apesar das explicações públicas e reposição da verdade, insiste na mentira.
Mais se explica que, desde há vários anos, inclusivamente nas vereações lideradas com o PS-M, a CMF efetua um contrato de prestação de serviços com empresas de viagens, cujas adjudicações resultam de concursos públicos, em contratos que são válidos por dois anos e que preveem um valor máximo de gastos.
Estes contratos de viagens são para toda a autarquia, não apenas para a presidência da CMF e vereação.
Em outubro de 2021, quando esta vereação tomou posse, existia um contrato em vigor válido entre janeiro de 2020 e dezembro de 2021, no valor de 375 mil euros, dos quais foram gastos, pelo presente executivo, 3 mil, 677 euros e 76 cêntimos.
Nos dois anos seguintes foram lançados novos concursos, sendo que desses concursos, o que foi gasto pela presidência e vereação foram 41 mil, 384 euros e 28 cêntimos, valor muito longe, mas mesmo longíssimo do que insinua grosseiramente o JPP.
“Assim sendo, já se percebeu que o JPP não quer saber a verdade, mas antes alimentar uma narrativa de suspeita, justificada por fins políticos, onde apenas pretende insinuar, acusar, julgar e condenar na praça pública”, remata.
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