A candidatura do PTP criticou ontem a dualidade de critérios na cobertura jornalística entre os partidos com assento e sem assento parlamentar nas eleições e reclama que as entidades reguladoras como a CNE pouco fazem para corrigir a situação.
“A dualidade de critérios da cobertura jornalística entre os partidos sem assento parlamentar e os que têm assento são grotescas e põem em causa o sistema democrático”, referiu a candidata.
“As vozes têm de se levantar contra a batota eleitoral que se pratica em Portugal, eleições atrás de eleições, onde as várias candidaturas não concorrem em igualdade de circunstâncias. Cumpre-se o mínimo dos mínimos na cobertura jornalística aos partidos sem assento parlamentar”,
Raquel Coelho entende que não se respeita a lei eleitoral e as indicações da CNE e que a lei eleitoral e de financiamento dos partidos tem de ser aperfeiçoada, porque só os grandes partidos beneficiam, criando uma situação de concorrência desleal.
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